Quase 200 mil mortos e mais de 2,7 milhões de infetados em todo mundo

24 de Abril 2020

Paris, 24 abr 2020 (Lusa) - A pandemia de covid-19 já ultrapassou os 2,7 milhões de infetados e matou quase 200 mil pessoas em todo o mundo desde que surgiu em dezembro na China, segundo um balanço da AFP às 11:00.

Paris, 24 abr 2020 (Lusa) – A pandemia de covid-19 já ultrapassou os 2,7 milhões de infetados e matou quase 200 mil pessoas em todo o mundo desde que surgiu em dezembro na China, segundo um balanço da AFP às 11:00.

De acordo com os dados da agência de notícias francesa, a partir de dados oficiais, foram registados 190.989 mortos e mais de 2.719.450 infetados em 193 países.

Pelo menos 720 mil pessoas foram consideradas curadas pelas autoridades de saúde.

Os Estados Unidos, que registaram a primeira morte ligada ao coronavírus no final de fevereiro, lideram em número de mortos e casos, com 49.963 e 869.172, respetivamente.

Pelo menos 80.934 pessoas foram declaradas curadas pelas autoridades de saúde nos Estados Unidos.

Depois dos Estados Unidos, os países com mais óbitos são Itália, com 25.549 para 189.973 casos, Espanha com 22.524 (219.764 casos), França com 21.856 (158.183 casos) e o Reino Unido com 18.738 (138.078 casos).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau), onde a epidemia começou no final de dezembro, contabilizou 82.804 casos (seis novos entre quinta-feira e hoje), incluindo 4.632 mortes (nenhuma nova) e 77.207 recuperações.

Desde as 19:00 de quinta-feira, a Serra Leoa anunciou a primeira morte ligada ao vírus no seu território.

Até às 11:00 de hoje, a Europa totalizou 116.907 mortos para 1.311.888 casos, Estados Unidos e Canadá 52.162 mortos (910.924 casos), Ásia 7.651 (187.791 casos), América Latina e Caraíbas 6.777 (130.705 casos), Médio Oriente 6.101 (142.849 casos), África 1.288 (27.335 casos) e Oceânia 103 (7.964 casos).

A AFP alerta que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do número real de infeções, já que um grande número de países está agora a testar apenas os casos que requerem atendimento hospitalar.

Lusa/HN

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