Lusíadas Saúde vai consumir eletricidade 100% proveniente de energia renovável

1 de Julho 2020

A Lusíadas Saúde anunciou esta quarta-feira que a partir de hoje vai consumir electricidade totalmente proveniente de fontes renováveis. Em 2019, a energia consumida pela Lusíadas Saúde foi responsável pela emissão de cerca de 13 mil toneladas de CO2.

De acordo com estudos internacionais o sector da saúde é responsável por 4,4% das emissões mundiais, uma percentagem que equivale a 514 centrais termoeléctricas a carvão a funcional anualmente. Nas emissões globais do setor da saúde, a Europa representa uma fatia de 12%. Já a nível nacional, em média o setor da saúde é comparável ao da alimentação, correspondendo a 5% das emissões de um país.

O diretor de Marketing e Comunicação da Lusíadas Saúde, Nuno España, explica que o setor da saúde é responsável por uma elevada quantidade de consumo de energia, reconhecendo a necessidade de as entidades de saúde, bem como parceiros, clientes e fornecedores aderirem, também, à utilização de fontes renováveis.

“Os sistemas de saúde são consumidores intensivos de energia, 24 horas por dia, 365 dias por ano, sob a forma de aquecimento e consumo de eletricidade, iluminação, ventilação e uso de outros equipamentos médicos, que geralmente são produzidos com processos intensivos em carbono, fora das fronteiras do hospital. Esperamos que este compromisso da Lusíadas Saúde possa inspirar parceiros, clientes e fornecedores a seguir este caminho em conjunto, pois acreditamos que o aumento da produção de energias renováveis cria valor, desenvolvimento económico e um mundo mais sustentável”, afirma Nuno España.

Em 2019, a energia consumida pela Lusíadas Saúde foi responsável pela emissão de cerca de 13 mil toneladas de CO2.

A entidade de saúde explica que estão a ser implementadas medidas com o objetivo de cumprir os objetivos laçados no seu Programa de Sustentabilidade Ambiental. Entre as medidas inclue-se a criação de auditórias “que permitam avaliar como estão a ser consumidos os recursos das unidades” e a criação de um departamento para a implementação de medidas de melhoria contínua dos processos operacionais para a redução de CO2.

PR/HN/Vaishaly Camões

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