A prorrogação da declaração da situação de calamidade pública, diz o executivo em nota enviada à imprensa, afeta as ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico e Faial e durará até às 24:00 de 1 de outubro.

As ilhas Graciosa, São Jorge, Flores e Corvo, sem ligações aéreas diretas ao continente português, manterão a situação de alerta até à mesma data.

O executivo regional lembra que até segunda-feira existiam 46 casos positivos ativos nas ilhas de São Miguel, Terceira, Pico e Graciosa.

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“Acresce que, perante a evolução da situação da pandemia a nível global, e tendo em conta as ligações aéreas do exterior às ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico e Faial, continua a justificar-se a prorrogação da declaração da situação de calamidade pública nestas ilhas, bem como a prorrogação da situação de alerta nas ilhas Graciosa, São Jorge, Flores e Corvo”, é dito também.

Foi também determinado que, após a reabertura do espaço marítimo nacional a navios de cruzeiro e iates provenientes de portos internacionais, “deve ser promovida a normalização da atracagem desses navios nos portos e marinas do arquipélago, e desde que os respetivos passageiros façam teste à chegada, salvo se a Autoridade de Saúde Regional o dispensar, atendendo ao tempo de viagem sem escalas e à ausência de sintomatologia”.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 924.968 mortos e mais de 29 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.871 pessoas dos 64.596 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

LUSA/HN

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