A informação foi avançada pelos diários The New York Times e Washington Post e pela Agência AP, no dia em que Biden voou para o Reino Unido, onde os dirigentes dos países com as sete economias mais industrializadas se vão reunir.

Antes de partir dos EUA, Biden disse que tinha uma estratégia para a vacinação global, que iria apresentar na cimeira.

Segundo aqueles meios, as primeiras 200 milhões de doses da vacina, que vai ser da Pfizer/BioNTech, vão ser distribuídas este ano e as outras 300 milhões em 2022. Esta vacina requer duas doses para ficar completa.

A recuperação da pandemia vai ser um dos temas centrais da cimeira, que junta dirigentes de Alemanha, Canadá, EUA, França, Itália, Japão e Reino Unido.

A abissal disparidade no acesso às vacinas entre os países desenvolvidos e os outros suscitou apelos urgentes, de entidades como o Banco Mundial ou a Organização Mundial de Saúde (OMS), para se reforçar a sua distribuição aos países em desenvolvimento.

Nos EUA e no Reino Unido, mais de metade da população já recebeu pelo menos uma dose, enquanto em África apenas dois por cento da população foram inoculados.

Em maio, Biden disse que os EUA iam começar a partilhar com vários Estados milhões de vacinas, a maior parte através do COVAX, o programa patrocinado pela OMS, das quais 25 milhões seriam entregues já em junho a países asiáticos, africanos e da América Latina e das Caraíbas.

LUSA/HN

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