A incidência nas últimas 24 horas situa-se, no conjunto do país, nos 19,3 casos por cada 100 mil habitantes -com 16.014 casos numa semana – face aos 20,8 registados na quarta-feira e os 34,1 da quinta-feira passada.

Ainda de acordo com os dados, três estados do norte do país revelaram incidências abaixo de 10 – Schleswig-Holstein (9,9), Brandeburgo (9,3) e Mecklemburgo-Antepomerania – enquanto os distritos de Tirschenreuth, na Baviera (sul) e Schwerin (Mecklemburgo-Antepomerania) não têm registo de novos contágios nos últimos sete dias.

As autoridades sanitárias registaram 3.187 novos contágios em 24 horas e 94 mortos devido à covid-19, face aos 4.640 novos positivos e 166 mortes registadas uma semana antes.

O fator semanal de reprodução está em 0,74, o que implica que cada 100 infetados contagiam em média 74 pessoas.

No total, morreram no país 89.585 pessoas de covid-19 desde o princípio da pandemia e registaram-se 3.709.129 infeções.

Cerca de 3.563.800 pessoas constam como recuperadas e contabilizam-se 55.700 casos ativos.

O Parlamento Europeu aprovou na quarta-feira a adoção do certificado digital covid-19, que permitirá aos cidadãos comunitários já vacinados, recuperados de uma infeção ou testados viajar sem restrições dentro da União Europeia a partir de 01 de julho.

A ideia é que este livre-trânsito funcione de forma semelhante a um cartão de embarque para viagens, em formato digital e/ou papel, com um código QR para ser facilmente lido por dispositivos eletrónicos, e que seja disponibilizado gratuitamente e na língua nacional do cidadão e em inglês.

Prevê-se que os países não voltem a aplicar restrições, quando quase metade dos europeus já recebeu a primeira dose da vacina anticovid-19, a não ser que a situação epidemiológica o justifique, mas caberá sempre aos governos nacionais decidir se os viajantes com o certificado terão de ser submetidos a quarentenas, a mais testes (por exemplo, além dos de entrada) ou a requisitos adicionais.

A doença é transmitida pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

LUSA/HN

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