Segundo a diretora nacional de Saúde Pública, Helga Freitas, esta doença está a afetar todas as faixas etárias, nas províncias do Bié, Uíje, Luanda, Huambo, Cuanza Sul e Benguela, com uma média de casos diários que variam entre 150 e 2.000.

“Quanto aos óbitos, no mês de maio, o maior número de óbitos foi registado na província de Luanda, com 145, seguida da Huíla, Benguela, Bié, Cuanza Sul e Lunda Norte”, referiu Helga Freitas, em declarações à Rádio Nacional de Angola.

A responsável disse que já está em implementação em todo o país um plano de contingência para estas doenças, que orienta os governos provinciais a reforçarem as atividades de vigilância epidemiológica e a intensificarem as atividades de remoção de lixo dos bairros.

A nível das unidades sanitárias, prosseguiu Helga Freitas, está a ser difundido o protocolo de gestão de casos simples e complicados de malária e dessas doenças, para que se possa fazer o diagnóstico diferencial e tratar corretamente cada uma delas.

“Está-se também a reforçar a distribuição de mosquiteiros e também estamos a prever assegurar reservas de sangue para tratamento de casos complicados que necessitem de transfusão”, acrescentou.

Segundo a responsável, estão a ser reforçados os meios médicos e medicamentosos a nível das unidades sanitárias para atender a todas as necessidades.

LUSA/HN

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