31/08/2021 | Covid 19, Lusofonia, Mundo, Notícias

Brasil soma 266 mortes e 10.466 casos nas últimas 24 horas

O Brasil contabilizou 266 mortes e 10.466 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, mantendo a tendência de queda em vários indicadores da pandemia, informou o Ministério da Saúde brasileiro.

No total, o país sul-americano, com 213 milhões de habitantes, concentra 579.574 óbitos e 20.752.281 infeções desde o início da pandemia, registada oficialmente em solo brasileiro em fevereiro de 2020, no estado de São Paulo.

De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pelas autoridades de Saúde, a incidência da doença no Brasil é agora de 276 mortes e 9.875 casos por 100 mil habitantes.

Os índices da pandemia têm registado uma queda no país, estando agora num patamar semelhante a dezembro do ano passado, antes da segunda vaga da doença no Brasil, segundo dados obtidos por um consórcio formado por órgãos da imprensa brasileira, que recolhem informações junto das secretarias de saúde de todo o território.

A média móvel de mortes de hoje ficou em 675, a menor registada em 2021. Em 12 de abril deste ano, essa média chegou a 3.124, o número mais elevado desde o início da pandemia.

Das 27 unidades federativas brasileiras, São Paulo (4.255.324), Minas Gerais (2.063.829), Paraná (1.456.790) e Rio Grande do Sul (1.408.030) são as que concentram maior número de diagnósticos do novo coronavírus.

São Paulo (145.558), Rio de Janeiro (62.248), Minas Gerais (52.967) e Paraná (37.451) são os Estados com mais vítimas mortais.

Apesar da diminuição, a nível global, o Brasil continua a ser o segundo país com mais mortes em todo o mundo, depois dos Estados Unidos, e o terceiro com mais casos, antecedido pelos norte-americanos e pela Índia.

A Covid-19 provocou pelo menos 4.500.620 mortes em todo o mundo, entre mais de 216,34 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

LUSA/HN

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