19/01/2022 | Covid 19, Nacional, Notícias

Incidência sobe para 4.490,9 infeções por 100 mil habitantes e Rt desce

A incidência de infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 aumentou para 4.490,9 casos por 100 mil habitantes em Portugal, enquanto o índice de transmissibilidade (Rt) desceu para 1,11, anunciou esta quarta-feira a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o boletim sobre a evolução da pandemia de Covid-19 em Portugal, a taxa de incidência nacional passou de mais de 3.840 casos de infeção por 100 mil habitantes a 14 dias, na segunda-feira, para os atuais 4.490,9.

Considerando apenas Portugal continental, este indicador registou também um crescimento, de mais de 3.840 casos por 100 mil habitantes para 4.437,4.

O Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus – registou uma descida, passando de 1,13 a nível nacional para 1,11 e em Portugal continental para 1,10.

Os dados do Rt e da incidência de novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias – indicadores que compõem a matriz de risco de acompanhamento da pandemia – são atualizados pelas autoridades de saúde à segunda-feira, à quarta-feira e à sexta-feira.

O Rt tem vindo a descer desde 05 de janeiro.

Portugal registou 52.549 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas, um novo máximo desde o início da pandemia, e mais 33 mortes associadas à Covid-19, indicam números hoje divulgados pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

A Covid-19 provocou 5.553.124 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 19.413 pessoas e foram contabilizados 2.003.169 casos de infeção, segundo a última atualização da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países, incluindo em Portugal.

LUSA/HN

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