Takeda relança campanha sobre cancro do sangue “Invisível Até Ser Demasiado Visível”

Para assinalar o Mês de Consciencialização do Cancro do Sangue, promover mais conhecimento em torno destes tipos de cancro e alertar para sinais e sintomas, a Takeda volta a lançar a campanha “Invisível Até Ser Demasiado Visível”.

O objetivo da campanha, com o apoio das associações de doentes Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL), Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (APLL) e Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfoma (ADL), passa por disponibilizar informação para dar a conhecer estas doenças hemato-oncológicas e, principalmente, dar visibilidade ao trabalho que as associações de doentes desenvolvem e ao apoio que dão a doentes e cuidadores.

Acompanhada por hashtags (#cancrodosangue e #ateserdemasiadovisivel), a campanha será disseminada em canais online e divulgada através de um vídeo promocional na RTP2, no ar durante o mês de setembro. Conta também com o apoio de diversas autarquias, através da presença em mupis, painéis digitais e outras estruturas municipais no norte do país (Cabeceiras de Basto, Esposende, Moimenta da Beira, Póvoa do Varzim, Viana do Castelo, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Gaia, Vouzela), centro (Abrantes, Belmonte, Coruche, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Fundão, Ílhavo, Leiria, Marinha Grande, Ourém, Pombal, Tomar, Tondela) e sul (Alcochete, Barrancos, Barreiro, Castro Marim, Gavião, Moita, Portalegre, São Brás de Alportel, Sines).

Existem vários tipos de cancros do sangue, sendo o linfoma, o mieloma múltiplo e a leucemia os mais comuns. Em Portugal, a incidência de Linfoma de Hodgkin é de 2,6 casos por 100.000 habitantes, e a de Linfoma Não Hodgkin é de 10,5 casos por 100.000 habitantes. São diagnosticados, anualmente, cerca de 300 novos casos de Linfoma de Hodgkin e cerca de 1.700 novos casos de Linfoma não Hodgkin.

O mieloma múltiplo é a segunda neoplasia hematológica mais comum. Anualmente, surgem cerca de 800 novos casos em Portugal. Este é responsável por cerca de 635 mortes em Portugal por ano. A taxa de sobrevivência aos cinco anos é de aproximadamente 54%.

PR/HN/RA

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