Ministra reúne com farmacêuticos residentes

6 de Junho 2024

A Associação Portuguesa dos Farmacêuticos Residentes reuniu esta quinta-feira, dia 6 de junho, com a ministra da Saúde.

A “Residência Farmacêutica representa um importante passo na luta pela diferenciação e valorização do papel do farmacêutico no SNS”, sendo fundamental que o Ministério da Saúde garanta políticas públicas conducentes a “uma formação sólida, com as valências técnico-científicas e práticas bem desenvolvidas e em número suficiente para que seja possível o exercício autónomo e tecnicamente diferenciado” da profissão, afirma a associação.

De acordo com o comunicado de imprensa da associação, os farmacêuticos residentes, jovens profissionais de idades maioritariamente compreendidas entre os 25 e os 39 anos, distribuídos por todo o país, apresentaram diversas preocupações à equipa ministerial, entre as quais: a inexistência de um período definido de estudo autónomo; a inexistência de reuniões periódicas de serviço de caráter técnico-científico; a falta de apoio financeiro e/ou logístico que possibilite a realização de atividades científicas.

A APFR refere ainda a “falta de conhecimento sobre o processo de avaliação”, o que leva a uma “discrepância formativa entre os diferentes estabelecimentos”, sendo necessária uma clarificação urgente do enquadramento legal deste aspeto.

Da mesma forma, os farmacêuticos hospitalares consideram que existe “falta de partilha de informação entre instituições, nomeadamente de boas práticas formativas” e chamam ainda a atenção para a “inexistência de mecanismos de notificação de incidentes” no decurso do processo de especialização.

PR/HN

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