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A criação do Serviço de Medicina Intensiva na Região Oeste surge como resposta a uma necessidade premente identificada durante a pandemia de COVID-19, quando vários doentes críticos foram transferidos para outras unidades hospitalares devido à falta desta valência no território. A ausência de cuidados intensivos na região, que abrange oito concelhos e uma população residente superior a 250 mil pessoas, tem implicações negativas em termos de tempo de acesso, qualidade da assistência e eficiência dos recursos humanos.
Com o novo serviço, a ULS Oeste estima atender anualmente cerca de 326 doentes críticos que, até agora, eram obrigados a ser transferidos para outros hospitais do Serviço Nacional de Saúde. A criação deste Serviço de Medicina Intensiva permitirá uma resposta mais abrangente e diferenciada ao nível da urgência, emergência e apoio pós-operatório a doentes com patologias complexas, evitando transferências para hospitais centrais e promovendo a captação e retenção de profissionais especializados.
A ULS Oeste, que integra o Centro Hospitalar do Oeste e os Agrupamentos de Centros de Saúde do Oeste Norte e Sul, iniciou o seu funcionamento em janeiro de 2024 e abrange os concelhos de Caldas da Rainha, Óbidos, Bombarral, Peniche, Lourinhã, Cadaval, Torres Vedras e Sobral de Monte Agraço. A missão desta entidade é prestar cuidados de saúde integrados, multidisciplinares e com rigor técnico e ético, assegurando o melhor atendimento possível à população da região.
NR/PR/HN



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