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“O balanço é claramente positivo. Foi um longo percurso, que exigiu empenho, visão e a colaboração de inúmeros profissionais e instituições. Hoje, orgulhamo-nos de ser um centro de referência nacional e um polo formativo de excelência”, afirmou António Hélio Oliani, diretor do serviço desde a sua fundação.
O Serviço de Medicina Reprodutiva da ULS da Cova da Beira, situado na Covilhã, distrito de Castelo Branco, conta com uma equipa multidisciplinar composta por médicos, embriologistas, enfermeiros, técnicos e psicólogos, apoiados pelos serviços de Urologia e Anestesia da unidade hospitalar. Segundo a ULS, o serviço realiza em média cerca de 3.000 atos clínicos por ano, somando aproximadamente 40.000 procedimentos nos últimos 15 anos, entre consultas, exames e tratamentos.
Os casais acompanhados são provenientes de todo o país, incluindo residentes estrangeiros com número de utente do Serviço Nacional de Saúde. As técnicas realizadas incluem Fertilização in Vitro (FIV), Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoides (ICSI), Inseminação Intrauterina (IIU) e criopreservação de gâmetas e embriões, “intervenções de elevada complexidade que o serviço executa com reconhecida qualidade e eficácia”.
Para além do impacto direto nas famílias, o serviço tem desempenhado um papel fundamental na formação e investigação científica, acolhendo médicos internos e biólogos de todo o país e do estrangeiro e participando em numerosos projetos de investigação nacionais e internacionais.
O Serviço de Medicina Reprodutiva da ULS da Cova da Beira destaca-se por apresentar “tempos de resposta muito abaixo da média nacional”, garantindo “um acesso célere, justo e equitativo aos cuidados de saúde reprodutiva, provando que a melhor medicina também se faz no interior e que, em cada novo nascimento, se renova o propósito maior do Serviço Nacional de Saúde”. António Hélio Oliani deixou ainda uma mensagem às famílias: “Aqui encontrarão uma equipa dedicada, competente e acolhedora, pronta para vos ajudar”.
lusa/HN



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