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A perda de força muscular nos idosos nem sempre se anuncia com quedas ou limitações óbvias. Muitas vezes, surge de forma subtil, através de pequenas alterações no dia a dia que facilmente passam despercebidas. Dificuldade em abrir um frasco, levantar-se de uma cadeira sem apoio ou subir um lanço de escadas podem ser os primeiros indícios de que algo não está bem. A deteção precoce destes sinais é determinante para travar a progressão da fragilidade muscular e manter a autonomia na terceira idade.
De acordo com Miriam Piqueras, diretora médica da Sanitas Mayores, “estes gestos quotidianos funcionam como um termómetro do estado da musculatura”. A especialista sublinha que a fragilidade muscular vai além da incapacidade de levantar pesos, podendo manifestar-se através de fadiga excessiva após esforços ligeiros, alterações na postura ou na marcha, e uma menor capacidade para realizar tarefas habituais, como vestir-se ou cozinhar.
Gabriela G. Carias Granados, médica geriatra do Hospital Universitário Sanitas La Moraleja, reforça a importância de uma intervenção atempada. “Muitos pacientes chegam às consultas com queixas de dores ou quedas, mas, na realidade, o que está por trás é uma perda progressiva de força. Identificar este processo cedo permite-nos recomendar programas de exercício, fisioterapia ou ajustes nutricionais que podem reverter significativamente a situação”, explica.
Para preservar a força muscular, os especialistas recomendam a manutenção de uma atividade física regular, adaptada às capacidades de cada um, e uma alimentação rica em proteínas de qualidade e vitamina D. Aconselha-se ainda a realização de consultas médicas periódicas, mesmo na ausência de sintomas agudos, como forma de monitorizar eventuais alterações físicas ou funcionais.
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PR/HN



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