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Segundo a investigação, 95% dos tutores consideram os seus animais parte integrante da família, um vínculo que está a influenciar comportamentos de saúde, hábitos de consumo e dinâmicas sociais no país.
O estudo, que envolveu 483 tutores e uma análise qualitativa aprofundada, demonstra que o cuidado com os animais de companhia reflete novas formas de viver, com rotinas partilhadas e um maior investimento em produtos premium. A humanização dos pets é uma tendência marcante, com 97% dos tutores a optar por rações secas de qualidade superior, frequentemente complementadas por alimentação húmida e snacks funcionais. Este padrão de consumo segue princípios semelhantes aos da alimentação humana, privilegiando opções saudáveis, naturais e preventivas.
Além do consumo alimentar, o mercado português de cuidados para animais de companhia encontra-se em fase de transição. Embora apenas 15% dos tutores tenham atualmente seguros de saúde para os seus animais, mais de 40% manifestam interesse em aderir a este tipo de proteção, sobretudo nas zonas urbanas e entre as gerações mais jovens. A tecnologia está a ganhar relevância neste ecossistema: 23% dos tutores já utilizam dispositivos wearable para geolocalização ou monitorização dos seus animais, enquanto 40% mostram curiosidade por soluções digitais relacionadas com a saúde animal.
A UPPartner destaca que o bem-estar animal, humano e ambiental estão profundamente interligados, e que esta nova relação tem impacto na saúde, no consumo e na vida em sociedade. A agência defende que a visão One Health, que integra estas três dimensões de saúde, deve guiar a inovação, comunicação e desenvolvimento de produtos e serviços no setor. Esta nova centralidade dos animais na vida das pessoas exige das marcas proximidade, ciência e transparência, refletindo em cada decisão o impacto real deste vínculo emocional.
O relatório completo “PetPulse Insights – Laços, Rotinas & Consumo” pode ser consultado no site da UPPartner.
NR/PR/HN



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