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Durante a Sessão Plenária I, focada no tema “Conexões que Cuidam entre o Hospital e a Comunidade”, José Vilhena, presidente da DOCE, apresentou uma comunicação intitulada “Interação entre a Farmácia Hospitalar e a Farmácia Comunitária: A Perspetiva dos Doentes”.
Nesta intervenção, foi destacada a importância estratégica da articulação entre farmácia hospitalar e farmácia comunitária, evidenciando os benefícios que esta colaboração traz na dispensa de medicamentos de uso hospitalar nas farmácias comunitárias. A integração entre estes dois níveis de prestação farmacêutica traduz-se em várias vantagens para os doentes, nomeadamente uma maior proximidade e comodidade ao evitar deslocações frequentes aos hospitais, a redução do impacto emocional, económico e logístico nas famílias, uma melhor continuidade terapêutica assegurada pelo apoio próximo do farmacêutico comunitário, e o reforço da adesão ao tratamento, especialmente relevante em doenças complexas.
A DOCE salientou ainda que esta articulação é particularmente importante para pessoas que vivem com doenças raras e suas famílias, que frequentemente dependem de terapêuticas específicas e necessitam de acompanhamento contínuo. A possibilidade de acesso seguro e descentralizado aos medicamentos representa uma melhoria significativa na qualidade de vida e na equidade no acesso aos cuidados de saúde.
NR/HN/AL



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