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A Nuvem Vitória, associação que desde 2016 conta histórias de embalar a crianças e adolescentes hospitalizados, está agora presente em mais duas unidades de saúde da Grande Lisboa. Graças ao financiamento da Fundação “la Caixa” BPI, a organização conseguiu formar 140 novos voluntários e arrancar com equipas fixas no Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, e no Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca, mais conhecido como Amadora-Sintra.
As ações no Beatriz Ângelo começaram a 3 de novembro, depois de uma formação realizada em outubro. Já no hospital da Amadora-Sintra, a preparação da equipa decorreu no início de novembro, prevendo-se que as primeiras histórias sejam contadas a partir de dezembro. Para o diretor do Departamento de Pediatria do Beatriz Ângelo, David Lito, a chegada da Nuvem Vitória representa “um valor incalculável”.
“As histórias, música e ternura que trazem às nossas crianças são mais do que momentos de distração, são um verdadeiro gesto de cuidado e humanização”, afirmou Lito, sublinhando o impacto emocional da iniciativa no ambiente hospitalar.
Fernanda Freitas, presidente executiva da Nuvem Vitória, realça que, entre os dois hospitais, a associação poderá agora alcançar mais de 10 mil crianças por ano. Isso deve-se à capacidade conjunta de 66 camas pediátricas — 46 no Amadora-Sintra e 20 no Beatriz Ângelo.
Desde a sua fundação, a Nuvem Vitória já contou 121 mil histórias a 83 mil crianças, em 12 pediatrias nacionais, acumulando mais de 36 mil horas de leitura. A associação conta com mais de 1300 voluntários, que todas as noites tentam transformar, com voz amiga, a experiência do internamento.
Mais informações sobre o projeto podem ser encontradas no site da Nuvem Vitória.
PR/HN



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