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De acordo com a ULSGE, a mãe retirou a filha após ter sido informada pelo tribunal, ainda durante a manhã de quarta-feira, que a criança seria entregue a uma família de acolhimento no mesmo dia. O hospital comunicou de imediato o desaparecimento da bebé à Polícia de Segurança Pública (PSP) e ao tribunal.
A unidade de saúde explicou que todas as crianças internadas utilizam uma pulseira eletrónica que emite alarme caso ultrapassem as portas do serviço, ou caso sejam danificadas ou cortadas. No entanto, a pulseira da criança foi removida sem qualquer dano e encontrada num caixote do lixo do quarto, pelo que o alarme não foi acionado.
A ULSGE esclareceu ainda que “em momento algum existiu impedimento judicial ao contacto entre a mãe e a filha, mantendo a mãe o direito de visita e tendo acompanhado a criança durante todo o internamento”.
O hospital de Gaia dispõe de um sistema de videovigilância, salientou o Jornal de Notícias, meio que também divulgou inicialmente o caso.
A Lusa questionou a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde sobre a eventual abertura de um inquérito a este caso e aguarda resposta.
lusa/HN



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