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A manhã começará com os adufes do Grupo Adufeiras de Idanha-a-Nova, dando um tom distintamente beirão ao evento. Seguir-se-ão os discursos oficiais, com intervenções do presidente da Faculdade, Miguel Castelo Branco, e do líder da Secção Regional do Centro, Manuel Teixeira Veríssimo.
Um dos momentos aguardados será a Oração de Sapiência, a cargo de Paulo Sousa. O professor, que coordena o Departamento de Estratégias em Saúde na Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa, trará certamente para a reflexão a sua vasta experiência em políticas de saúde e qualidade dos cuidados.
Carlos Cortes, bastonário da Ordem dos Médicos, tomará a palavra antes do ponto central do programa: a chamada dos jurandos e a leitura coletiva do juramento que remonta a Hipócrates. Aquele texto ancestral, símbolo máximo da deontologia e da profissionalização, será proferido em uníssono pouco depois do meio-dia.
A cerimónia encerrará com um momento musical diferente, a cargo da C’a Tuna aos Saltos, e a tradicional fotografia de grupo que capturará o rosto destes novos profissionais. Presenças de representantes das várias regiões médicas do país e de personalidades académicas e científicas completam o quadro de um ritual que se quer marcante para quem agora inicia o caminho na medicina.
PR/HN



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