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A greve foi convocada em protesto contra as alterações que o Governo pretende implementar nas leis laborais.
Durante uma conferência de imprensa realizada no Ministério da Saúde, em Lisboa, Ana Paula Martins referiu que todas as entidades envolvidas negociaram os serviços mínimos necessários para assegurar o funcionamento dos serviços essenciais durante a paralisação. No entanto, a ministra admitiu não poder garantir ou confirmar o impacto exato da greve no dia em que esta ocorrerá, sublinhando que tal dependerá do desenrolar dos acontecimentos.
A intervenção da ministra surge num momento em que se regista um aumento da atividade gripal, o que eleva a pressão sobre os serviços de saúde devido às necessidades assistenciais adicionais. Nesse contexto, Ana Paula Martins apelou à dedicação dos profissionais de saúde para que, mesmo perante a coincidência da greve com o agravamento da situação gripal, os serviços façam o seu melhor para responder às urgências.
A ministra reiterou a confiança depositada nos profissionais de saúde, destacando-os como um elemento fundamental para minimizar os efeitos da greve nos cuidados urgentes, especialmente num período em que os serviços enfrentam uma elevada procura.
Esta posição do Ministério da Saúde ocorre numa fase crítica, em que o sistema de saúde português se prepara para responder a um aumento das infeções respiratórias, esperando-se que os serviços mínimos negociados permitam manter a assistência urgente, apesar da paralisação convocada.
lusa/HN



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