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A plataforma eletrónica, que estava suspensa desde 2020 devido à pandemia de covid-19, recolhe informação autorelatada dos participantes para complementar os dados oficiais, nomeadamente incluindo casos ligeiros que não recorrem aos serviços de saúde.
O Gripenet foi reformulado durante a pausa, ampliando o foco para várias infeções respiratórias e alinhando a metodologia com o consórcio europeu Influenza Net, o que permite uma visão integrada a nível europeu. O sistema atribui um código a cada utilizador para garantir anonimato e permite que pais ou tutores registem sintomas dos menores. Os participantes respondem semanalmente a um breve questionário para reportar sintomas, demorando apenas alguns minutos.
Criado em 2004 pelo Instituto Gulbenkian de Ciência e transferido para o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) em 2015, o Gripenet tem como objetivo fornecer dados essenciais para compreender a circulação das infeções respiratórias na comunidade e a reação da população, complementando os sistemas tradicionais de vigilância.
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lusa/HN



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