Deteção de Legionella obriga ao encerramento de esquadra da PSP no metro do Marquês de Pombal

13 de Janeiro 2026

A PSP encerrou preventivamente as instalações sanitárias e o atendimento ao público de uma esquadra na estação de metro do Marquês de Pombal, após a deteção da bactéria Legionella num balneário. A Polícia de Segurança Pública determinou o encerramento preventivo das instalações sanitárias e do atendimento ao público na sua 1.ª Esquadra da Divisão de […]

A PSP encerrou preventivamente as instalações sanitárias e o atendimento ao público de uma esquadra na estação de metro do Marquês de Pombal, após a deteção da bactéria Legionella num balneário.

A Polícia de Segurança Pública determinou o encerramento preventivo das instalações sanitárias e do atendimento ao público na sua 1.ª Esquadra da Divisão de Segurança a Transportes Públicos, situada na estação de metro do Marquês de Pombal, em Lisboa. A decisão, que abrange também a receção de suspeitos detidos, segue a identificação da bactéria Legionella numa torneira de mistura do balneário feminino, no passado dia 29 de dezembro.

De acordo com um comunicado da Direção Nacional da PSP, o espaço afetado foi vedado de imediato. A ocorrência foi comunicada ao Metropolitano de Lisboa, entidade que por sua vez informou a autoridade de saúde competente. O processo desencadeou uma sequência de avaliações e, na passada segunda-feira, o Metropolitano transmitiu que os resultados laboratoriais definitivos apenas estarão concluídos dentro de cerca de 45 dias. Face a este calendário e ao risco sanitário identificado, a recomendação passou pelo encerramento cautelar de todas as instalações sanitárias daquela esquadra.

A PSP acatou a orientação, avançando com a inutilização total dessas infraestruturas. A medida, descrita como adequada e necessária, tem como objetivo principal salvaguardar a saúde dos policiais e dos cidadãos. Não deixa, contudo, de levantar questões práticas sobre o funcionamento do posto. Para minorar o impacto, a Direção Nacional afirma que serão implementadas soluções alternativas, garantindo a continuidade da atividade operacional. O Metropolitano de Lisboa vai disponibilizar balneários alternativos, e está prevista a reafetação do pessoal para instalações consideradas seguras.

O comunicado sublinha que as medidas adoptadas são proporcionais e que a capacidade operacional da PSP na Área Metropolitana de Lisboa, e em particular na rede do metropolitano, será mantida. A situação, porém, ilustra como um foco bacteriano num simples ponto de água pode obrigar a reconfigurações logísticas significativas numa unidade policial crítica. A esquadra permanece encerrada ao público enquanto se aguardam os resultados finais dos testes e eventuais obras de descontaminação. Mais informações podem ser consultadas no comunicado oficial.

NR/HN/Lusa

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