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Este aumento corresponde a uma subida de 2,6% relativamente ao ano anterior. A maioria dos óbitos ocorreu em pessoas idosas, sendo que 87% das mortes foram de indivíduos com 65 ou mais anos e mais de metade (61,2%) de pessoas com 80 ou mais anos.
Apesar do aumento global da mortalidade, o número de óbitos em crianças com menos de um ano diminuiu, passando para 241 em 2025, menos 14 casos do que em 2024. Em dezembro de 2025, registaram-se 12.669 óbitos, um aumento de 15,8% comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, e 34,5% face ao mês anterior, novembro de 2025.
No que diz respeito aos nascimentos, em novembro de 2025 registaram-se 7.400 nados-vivos, mais 4,1% do que em novembro de 2024, embora tenha havido uma ligeira diminuição de 2,2% em relação a outubro do mesmo ano. No acumulado de janeiro a novembro de 2025, nasceram 80.206 crianças, representando um aumento de 3% face ao período homólogo de 2024.
O saldo natural – diferença entre o número de nados-vivos e óbitos – manteve-se negativo, com -1.985 em novembro de 2025, embora menos negativo do que no mesmo mês em 2024 (-2.304). Entre janeiro e novembro, o saldo natural acumulado foi de -28.937, comparado com -29.854 no mesmo período do ano anterior.
Relativamente aos casamentos, novembro de 2025 registou 2.076 uniões, um aumento de 11,3% face a novembro de 2024, apesar de uma queda de 44,7% em comparação com outubro do mesmo ano. No acumulado do ano até novembro, celebraram-se 35.422 casamentos, mais 3% do que no período homólogo de 2024.
Os dados apresentados pelo INE são preliminares e resultam da recolha de informação até 13 de janeiro de 2026, com base no Sistema Integrado do Registo e Identificação Civil (SIRIC). O INE disponibiliza estes indicadores com desagregação geográfica, permitindo análises detalhadas por regiões do país.
INE/HN/AL



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