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Ana Paula Martins sustentou, no Porto, que os números se mantêm estáveis, com exceção do período pandémico. A governante realçou que a maior parte destes partos não ocorre na via pública ou em ambulâncias, mas sim em casa. Por esse motivo, o Instituto Nacional de Emergência Médica é frequentemente acionado para intervir em situações que apresentam complicações. No entanto, não está comprovado que exista atualmente um aumento de partos em ambulâncias devido a constrangimentos nos serviços de urgência. Martins acrescentou que a linha SNS24 grávida e a atuação do INEM e dos bombeiros têm levado a que as pessoas prefiram recorrer a meios de emergência, por os considerarem mais seguros. Dados do INEM referentes aos primeiros dez meses do ano passado contabilizam 186 partos fora de unidades hospitalares, um valor próximo dos 189 registados no mesmo período do ano anterior. A ministra expressou o objetivo de garantir uma vigilância adequada durante toda a gravidez e a literacia necessária para reconhecer sinais de alarme, esperando que as futuras urgências regionais tragam maior previsibilidade para o sistema.
NR/HN/Lusa



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