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À saída do hospital, o governante frisou que o reforço permitiu responder ao acréscimo significativo de casos. “Foi possível reforçar muito e ter quatro salas a fazer a cirurgia ortopédica para socorrer o acréscimo de lesões”, afirmou Leitão Amaro, referindo-se diretamente às consequências das condições meteorológicas adversas. Uma situação que, como é sabido, costuma pressionar os serviços de urgência e os blocos operatórios.
Leitão Amaro não se limitou a referir a resposta ortopédica. Deixou ainda claro que, apesar deste esforço concentrado, a unidade manteve o ritmo normal nos cuidados aos doentes oncológicos. “Foi possível também assegurar a continuidade daquilo que é atividade corrente no domínio oncológico”, sublinhou. E acrescentou, com algum à-vontade: “A atividade urgente e a atividade que, sendo programada, também tem uma natureza mais urgente, como o apoio e os tratamentos oncológicos, estão sempre a ser assegurados”.
O tom das declarações transmitiu, de resto, uma perceção de normalidade no funcionamento global do hospital, mesmo perante um pico de procura num setor específico. A verdade é que a capacidade de adaptação dos serviços — diga-se — parece ter funcionado. O ministro deslocou-se a Leiria precisamente para acompanhar no terreno a resposta do Serviço Nacional de Saúde a este período complicado, marcado por queda de árvores, acidentes e outros incidentes provocados pela instabilidade do tempo.
NR/HN/Lusa



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