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A prioridade, conforme esclareceu Sílvia Lutucuta em declarações difundidas pela rádio pública, será alocar a maioria destes novos profissionais – um contingente que inclui médicos e enfermeiros – aos hospitais atualmente em fase de construção. A governante esteve hoje a inspecionar as obras do hospital pediátrico da Lunda Sul, uma infraestrutura cuja conclusão está prevista para 2027. “Pontualmente vamos reforçar uma ou outra unidade sanitária”, admitiu, reconhecendo necessidades pontuais na rede já operacional. Durante o seu discurso, a ministra fez ainda alusão a um projeto, que classificou de ambicioso, para renovar e ampliar o parque de equipamentos médicos em várias unidades do país.
Este movimento de contratação em larga escala ocorre num contexto de expansão acelerada da rede sanitária nacional. Dados oficiais divulgados no final do ano passado indicam que Angola registou a entrada em funcionamento de 743 novas unidades de saúde nos últimos oito anos, o que se traduz numa média próxima de 92 por ano, com predominância para a rede de cuidados primários. Os números mostram uma evolução de 2.612 unidades em 2017 para 3.255 no primeiro semestre de 2025. Numa mensagem recente, Lutucuta vincou que o executivo tem colocado a área social, e particularmente a saúde, no topo das suas prioridades, focando-se na ampliação da rede hospitalar e no fortalecimento da atenção primária. As autoridades prometem continuar a alargar as infraestruturas nos três níveis de atenção do Serviço Nacional de Saúde, numa tentativa de tornar o acesso mais equitativo para a população.
NR/HN/Lusa



pretendo fazer parte da área de saúde afim de ajudar a salvar vidas dos meus pais; e irmãos angolanos.