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A resolução foi publicada esta semana e o prazo para entrega de propendas termina a 14 de março. O equipamento para o Hospital do Divino Espírito Santo, em São Miguel, tem um preço base fixado em 1,1 milhões de euros. Já o que segue para o Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira fica pelos 1,25 milhões de euros. Os valores apresentados no Diário da República acrescem IVA à taxa legal em vigor.
A secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, sustenta que o Serviço Regional de Saúde precisa de se diferenciar para fixar clínicos. “A aposta na inovação tecnológica é determinante para esse objetivo”, afirma a governante, citada em comunicado. É a primeira vez que os hospitais regionais vão dispor de tecnologia robótica aplicada à ortopedia.
À justificação da fixação de quadros, junta-se a promessa de melhores desfechos clínicos para os doentes. O executivo de coligação PSD/CDS-PP/PPM realça que a cirurgia robótica garante “maior precisão, melhor planeamento cirúrgico, menor invasividade e uma recuperação pós-operatória mais rápida e eficaz”. A secretária regional insiste que os serviços de ortopesia nos Açores devem ombrear com os melhores serviços nacionais. “Havia a necessidade de dotar o Serviço Regional de Saúde de uma rede de equipamentos modernos que acompanhem a evolução científica e tecnológica”, vincou Mónica Seidi.
O financiamento está inscrito no Plano de Recuperação e Resiliência, na componente destinada à modernização e requalificação do serviço regional de saúde. A tutela considera o investimento um passo significativo para a região. No documento que anuncia o concurso, lê-se que se trata de “um marco histórico” para os Açores, pela introdução de tecnologia robótica na ortopedia em unidade pública.



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