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A paralisação decorre entre 19 de fevereiro e 30 de junho e será assinalada com uma concentração de protesto no dia 21 de fevereiro, às 10h00, em frente ao Hospital da Senhora da Oliveira, em Guimarães.
Esta ação surge em resposta à crescente banalização do recurso ao trabalho extraordinário, que o SMN considera uma prática abusiva, ilegal e prejudicial tanto para os médicos como para os utentes. O sindicato denuncia a imposição de trabalho suplementar não contratualizado, o uso indevido de planos de contingência para justificar essa imposição, bem como pressões exercidas sobre os profissionais que legítima e legalmente recusam esse trabalho adicional.
Para o SMN, o funcionamento dos Cuidados de Saúde Primários não deve assentar numa sobrecarga permanente dos médicos nem na substituição da negociação por coação. A defesa das condições dignas de trabalho e do respeito pela legalidade é vista como fundamental para garantir à população cuidados de saúde seguros, de qualidade e sustentáveis.
lusa/HN



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