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A informação foi avançada pela autarquia do distrito da Guarda, que explica que o primeiro passo do protocolo passa por um diagnóstico aprofundado da realidade concelhia. A ideia, refere o município do Douro Superior, é melhorar o acesso, promover maior equidade e assegurar cuidados de qualidade.
Numa fase inicial, a intervenção vai incidir na realização de rastreios que abrangem diferentes grupos populacionais – crianças, jovens, adultos, idosos, pessoas institucionalizadas e outros grupos vulneráveis. Paralelamente, serão identificados os recursos já existentes no território e analisadas as principais barreiras que dificultam o acesso aos cuidados de saúde oral.
“Vai ser desenvolvido um diagnóstico aprofundado da saúde oral no concelho”, sublinhou fonte da autarquia. O objetivo do levantamento é perceber onde é que o sistema está a falhar e quais os obstáculos concretos sentidos pela população, sejam eles económicos, geográficos ou de outra ordem.
A Associação Mundo a Sorrir é uma organização não-governamental que desenvolve, em Portugal e em países lusófonos, projetos de promoção da saúde oral junto de comunidades carenciadas. Em Foz Côa, a parceria pretende dar uma resposta mais ajustada às especificidades locais, evitando uma abordagem genérica. Até porque, nota quem conhece a realidade do interior, as dificuldades de acesso a consultas e tratamentos dentários tendem a ser mais pronunciadas fora dos grandes centros urbanos.
Ainda não há datas definidas para o início dos rastreios, mas o levantamento deverá arrancar nas próximas semanas e servir de base a futuras intervenções no concelho.



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