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A parceria, descrita pelas partes como sólida e de longa data, materializa-se num conjunto de apresentações e novidades que a multinacional norte-americana reservou para o encontro de Viena. Não se trata apenas de marcar presença. A ideia, segundo a empresa, é mostrar como é possível transformar dados em informações úteis sem sobrecarregar quem está no terreno. Há sete produtos inéditos na calha, todos pensados para integrar tecnologia de ponta com ferramentas digitais e de IA.
Minerva Becker, que preside ao congresso deste ano, lembra que a colaboração vai além do patrocínio ou da exibição de equipamentos. “A GE HealthCare tem sido um parceiro de longa data da ESR e altamente empenhado”, sublinha, acrescentando que o objetivo é ligar a inovação tecnológica à prática clínica e à formação. Para Becker, o importante é garantir que aquilo que se apresenta no ECR tem aplicação real e responde às necessidades de quem trabalha diariamente com exames de imagem.
Do lado da indústria, Elie Chaillot, presidente e CEO da GE HealthCare International, reforça a aposta na inovação com propósito. “Na GE HealthCare, a inovação intencional orienta cada avanço que trazemos para os médicos e para os doentes”, afirma. O responsável destaca ainda a importância de soluções que permitam diagnósticos mais rigorosos e decisões clínicas adaptadas a cada caso, sem perder de vista a eficiência. Desde 2023, a empresa investiu mais de 5,1 mil milhões de dólares em investigação e desenvolvimento.
Durante o congresso, a GE HealthCare reservou a noite de 5 de março para um evento à parte. No Museu de Artes Aplicadas de Viena, o MAK, reunirá líderes do setor, parceiros e curiosos para uma antevisão do que aí vem em tomografia computorizada e ressonância magnética. Há conversas agendadas com especialistas, espaço para networking e a promessa de debates sobre as tendências que estão a moldar o futuro da área. Quem for, terá a oportunidade de ver de perto algumas das novidades mais diferenciadas da empresa.
A verdade é que os serviços de radiologia não têm tido tréguas. Entre a falta de mão de obra, o aumento do número de exames pedidos e a chegada constante de novas tecnologias, os profissionais vêem-se muitas vezes num beco com pouca saída. A esperança é que ferramentas desenhadas à medida, com automatização de tarefas rotineiras e sistemas que ajudem a interpretar a informação, possam aliviar o dia a dia nos hospitais e clínicas.
A Sociedade Europeia de Radiologia representa mais de 149 mil membros espalhados por 188 países. O congresso anual é um dos maiores do mundo na área médica e atrai todos os anos milhares de participantes, além de centenas de expositores. A GE HealthCare, com os seus 51 mil colaboradores e um volume de negócios na ordem dos 19,6 mil milhões de dólares, mantém-se como um dos nomes pesados da indústria, a trabalhar em diagnósticos, monitorização e terapia.
PR/HN/MM



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