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Unidades de saúde de Penafiel, Matosinhos, Vila Real e Porto assinaram uma carta conjunta a denunciar as listas de espera para cirurgia cardíaca e implantação de válvula aórtica na região, mas a ULS Tâmega e Sousa faz questão de esclarecer: não quer ser centro de referência, apenas pede uma reflexão sobre a rede.
Num comunicado enviado esta quarta-feira à Lusa, a administração da Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa (ULSTS) vem a público precisar os contornos da sua adesão à missiva que seguirá para a ministra da Saúde, Ana Paula Martins. Ao contrário do que a notícia veiculada pelo Diário de Notícias poderia sugerir, a ULSTS não ambiciona transformar-se num polo de implantação de válvulas aórticas percutâneas. O seu serviço de Cardiologia, explica, “não dispõe de cirurgia cardiotorácica” e a subscrição da carta “enquadra-se numa reflexão mais ampla sobre a capacidade global da rede nesta área altamente diferenciada”.
A região Norte enfrenta um estrangulamento na resposta a patologias cardíacas complexas. Atualmente, os doentes com indicação para cirurgia ou para implantação da válvula aórtica são obrigatoriamente referenciados para apenas duas unidades: a ULS São João, no Porto, e a ULS de Vila Nova de Gaia/Espinho. A estas chegam não só os utentes da sua área



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