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A administração da Unidade Local de Saúde do Alto Alentejo determinou a abertura de um inquérito a uma enfermeira suspeita de ter agredido uma utente durante uma transferência inter-hospitalar. A profissional, cujo nome não foi divulgado, viu-se afastada das funções que envolvem transporte de doentes, numa decisão provisória tomada depois de a direção daquela unidade ter sido confrontada com a denúncia apresentada pela família.
Os factos remontam a sexta-feira, quando uma mulher de 68 anos seguia numa ambulância do hospital de Portalegre com destino a uma unidade do grupo CUF, em Lisboa. A utente iria realizar exames que, segundo informações apuradas, acabaram por se concretizar, tendo regressado a casa ainda no mesmo dia. A meio do percurso, contudo, ter-se-á dado o incidente cujas motivações concretas permanecem por esclarecer.
Foi a filha da utente quem levou o caso à administração hospitalar. A queixa formal, apresentada após ter sido recebida pelo conselho de administração da ULS, desencadeou a abertura do procedimento interno. Fonte oficial da unidade de saúde confirmou à Lusa que a enfermeira se encontra provisoriamente suspensa da atividade de transporte, mantendo-se, para já, o sigilo sobre a natureza exata das agressões alegadamente cometidas.
O Observador noticiou o caso esta quinta-feira, adiantando que os contornos da alegada agressão permanecem por apurar. O mesmo órgão de comunicação escreveu que “foi na sequência dessa queixa que a ULS decidiu abrir o inquérito”, sublinhando que a família já teve oportunidade de expor a situação perante os responsáveis da unidade local de saúde. O hospital não adiantou prazos para a conclusão das averiguações.
NR/HN/Lusa



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