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Não se trata apenas de cumprir normas. Quem leva um produto farmacêutico ou industrial para fora tem de perceber que a certificação é quase um visto de entrada, e às vezes pode ser negado. O seminário quer evitar isso mesmo: os sustos de última hora, as não-conformidades que atrasam negócios. A ideia é juntar numa manhã, na CCIP, gente que percebe do terreno — dos regulamentos, das boas práticas de fabrico, desses pormenores todos que fazem a diferença quando se tenta consolidar uma posição lá fora.
A ELS Group, que promove o evento, tem trabalhado com empresas em diferentes fases de maturidade, desde as que estão a dar os primeiros passos na exportação até às que já navegam em águas regulatórias complexas. Ao lado da Control Union, conhecida pelos serviços de inspeção e certificação, a ideia é mesmo desmistificar este percurso. Não vai ser uma daquelas conferências de teorias abstratas; promete-se uma visão integrada, que começa no desenvolvimento do produto e só termina quando ele está certificado para circular noutros países.
Os especialistas convidados vão abordar os tais fatores críticos, aqueles que, se falham, deitam tudo a perder. Fala-se muito de requisitos técnicos, mas também de estratégia: para que mercado se deve olhar primeiro? Que certificações são prioritárias? E como é que uma pequena ou média indústria consegue gerir isto sem entretanto parar a produção?
A participação é gratuita, mas quem quiser assistir tem de fazer a inscrição prévia. Os lugares, avisam os organizadores, são limitados. Quem conhece a dinâmica destes eventos sabe que costuma encher, e que o melhor é garantir lugar com antecedência através do formulário disponibilizado online. Até porque, no final, o que fica destas conversas são contactos e pistas para resolver problemas concretos — e isso, no meio industrial, não tem preço.
PR/HN/MM



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