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Segundo o diretor Clínico no Hospital Provincial de Chimoio (HPC), Juvenal Chitovele, deram entrada naquela unidade médica 30 pessoas, vítimas do acidente que ocorreu na segunda-feira, três dos quais morreram no mesmo dia, já na unidade de saúde.
Outras seis pessoas morreram no próprio local do acidente, na sequência de despiste e capotamento de uma viatura de transporte de passageiros na ponte Metuchira.
“Tivemos três óbitos ontem [segunda-feira] e um aconteceu hoje”, disse Chitovele, acrescentando que permanecem agora internados 18 pacientes, tendo os restantes recebido alta.
Na segunda-feira, o chefe do departamento das Relações Públicas da Polícia da República de Moçambique (PRM), em Manica, Mouzinho Manasse, confirmou à Lusa seis mortos no local do acidente. A PRM em Manica admite que o excesso de velocidade do autocarro esteve na origem do acidente.
“Do trabalho preliminar, percebemos que o excesso de velocidade pode ter sido a principal causa deste acidente de viação. Mas trabalhos ainda decorrem para apurarmos o que realmente poderá ter acontecido”, referiu Manasse.
Moçambique está a lançar a fase piloto na operacionalização do centro de monitoria de contravenções nas estradas, com vista a reduzir o número de acidentes, anunciaram em 05 de janeiro as autoridades locais.
Em 27 de novembro, o Presidente moçambicano avisou a polícia de que tem de tomar medidas pata travar a sinistralidade rodoviária.
Na mesma ocasião, o chefe de Estado de Moçambique apontou que só de janeiro a setembro do ano passado foram registados 408 acidentes de viação em todo o país, contra 459 em 2024, que provocaram 662 mortes, quando no mesmo período de 2024 foram contabilizadas 555 vítimas mortais.
lusa/HN



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