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A operação com as novas aeronaves arrancou a 01 de julho de 2025, entregue à Gulf Med Aviation Services, e arrancou de forma gradual. Durante as primeiras semanas, apenas duas aeronaves estiveram em funcionamento, num regime de 12 horas diárias, posicionadas em Loulé e Macedo de Cavaleiros. Esta circunstância obrigou a que a Força Aérea Portuguesa desse cobertura a algumas ocorrências, em complemento.
O reforço aconteceu por fases: a 20 de outubro, os helicópteros de Évora e Loulé passaram a operar 24 horas por dia; o de Macedo de Cavaleiros seguiu o mesmo regime a 25 de outubro; e a 01 de novembro foi a vez de Viseu entrar em funcionamento pleno, completando-se então o dispositivo. Ao todo, nos últimos seis meses do ano, os acionamentos somaram 446, mas os transportes efetivos ficaram-se pelos 319. Os restantes 127 acabaram por não se concretizar, seja por razões clínicas ou operacionais. O INEM explica que, em certos casos, a equipa no local verificou a inexistência de gravidade clínica que justificasse o transporte, houve situações de óbito, ou então as condições meteorológicas não permitiram a descolagem.
Do total de missões, 269 foram classificadas como transporte primário – quando o doente é recolhido no local da ocorrência e levado diretamente para o hospital. Já as missões de transporte secundário, entre unidades hospitalares, representaram 177 acionamentos.
Olhando para as bases, a de Macedo de Cavaleiros foi a mais solicitada, com 151 acionamentos. Seguiu-se Évora, com 149, Loulé com 112 e, por fim, Viseu com 34. Quanto a aterragens, os heliportos hospitalares foram os mais utilizados, com destaque para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, que recebeu as aeronaves por 82 vezes. Depois aparecem Faro (54 aterragens), Bragança (38), Pedro Hispano no Porto (31), Vila Real (25), Coimbra (24), Santa Cruz em Lisboa (16) e Viseu (14). No total, entre heliportos e locais alternativos, somaram-se 487 aterragens – número que supera o de missões, uma vez que a mesma missão pode implicar mais do que uma aterragem.
O INEM garantiu que a operação decorre “de forma regular” e que o contrato com a Gulf Med Aviation Services é alvo de acompanhamento permanente, com monitorização de indicadores de desempenho e de segurança. “Com base na experiência operacional acumulada ao longo destes meses, o INEM considera que as aeronaves atualmente afetas ao SHEM reúnem os requisitos técnicos e operacionais necessários ao cumprimento da missão de emergência médica pré-hospitalar”, referiu o instituto.
Questionado sobre a percentagem de disponibilidade operacional, o INEM adiantou que os 93% registados são “valor compatível com os padrões exigidos para este tipo de operação”. O contrato com a Gulf Med prevê, entretanto, a possibilidade de ajustes no dispositivo em função das necessidades que forem sendo identificadas.
NR/HN/Lusa



É excelente ver que a eficiência dos helicópteros do INEM está a atingir os 93%, especialmente em zonas como Macedo de Cavaleiros e Loulé. Como estas operações envolvem muitas vezes profissionais estrangeiros e coordenação internacional, fiquei com uma dúvida técnica: para quem precisa de regularizar a situação fiscal ou obter documentos obrigatórios para residência nestas regiões de intervenção, recomendam utilizar serviços digitais como o https://e-residence.com/nl/ para agilizar o processo do NIF ou NISS, ou é preferível tratar de tudo presencialmente nas entidades locais para garantir que não existam falhas na cobertura de saúde?