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A notícia chegou na segunda-feira e, confesso, até custa a acreditar que seja pelo segundo ano consecutivo. A Widex – Especialistas em Audição voltou a arrecadar o Prémio Cinco Estrelas 2026 na categoria de Centros Auditivos, uma distinção que, mais do que um troféu na prateleira, parece funcionar como um espelho do que os portugueses realmente pensam sobre o serviço. Foram mais de 350 mil consumidores a participar no estudo que está na base do prémio, um número que impressiona e que, segundo os critérios do sistema, avaliou tudo, desde a tal ‘Satisfação pela Experimentação’ até à ‘Intenção de Recomendação’ e à ‘Confiança na Marca’. Não é para todos, claro. Só quem atinge a pontuação de excelência é que leva o selo para casa.
A Widex, que por cá já anda desde 1987, tem mais de 35 centros auditivos espalhados pelo país, fora os postos de atendimento. Mas o que parece ter pesado mesmo na avaliação não foi tanto a quantidade de lojas, mas antes o que se faz lá dentro. Os consumidores, segundo o estudo, valorizaram o rigor clínico e o conhecimento audiológico, colocando a marca num patamar de especialista em saúde auditiva e não apenas como mais um sítio onde se vai buscar um aparelho. É uma diferença subtil, talvez, mas para quem precisa, faz toda a diferença.
João Ferrão, o Diretor de Retalho da Widex Portugal, nem esconde a satisfação, mas também não se fica pelos agradecimentos de circunstância. “É com enorme satisfação que vemos a nossa dedicação à qualidade e ao rigor clínico ser reconhecida diretamente pelos consumidores pela segunda vez”, disse, numa nota que chegou à redação. E lá acrescentou, como quem não quer a coisa mas quer, que a distinção pertence a toda a equipa e que reflete a confiança que os consumidores depositam na marca. “O nosso foco é assegurar às pessoas com perda auditiva uma melhor qualidade de vida, fazendo a diferença através de soluções adaptadas às suas necessidades e de um acompanhamento contínuo.” Palavras que, vindas de quem está no terreno, soam a promessa cumprida.
A empresa, que opera em mais de 80 países, gosta de se ver como uma espécie de ponte entre a deficiência auditiva e uma vida normal, ou o mais próximo disso. Em Portugal, além do negócio, tem tentado empurrar a sociedade para uma discussão mais aberta sobre a audição, seja lá isso o que for. O prémio, pelo segundo ano, até pode ajudar a essa conversa. Ou não. Mas, para já, fica o registo: os consumidores falaram, e a Widex ouviu.
PR/HN/MM



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