Casos ativos continuam em queda em Cabo Verde e sem doentes internados

Casos ativos continuam em queda em Cabo Verde e sem doentes internados

De acordo com o boletim epidemiológico desta segunda-feira, Cabo Verde soma desde o início da pandemia, em março de 2020, um total de 62.214 casos de covid-19, que provocaram 410 óbitos, nenhum dos quais ocorrido na última semana.

Há precisamente uma semana, o país contava com 69 casos ativos e na segunda-feira anterior eram 121 casos, que têm vindo progressivamente a descer há várias semanas.

No último período de 14 dias, de 25 de julho a 07 de agosto, os laboratórios cabo-verdianos analisaram 7.656 amostras e confirmaram 138 novos casos de covid-19 em todo o país. A taxa de incidência acumulada a nível nacional, neste período, caiu assim para 24 casos por 100 mil habitantes, a taxa de transmissibilidade (Rt) está em 0,63 e a taxa de positividade foi, em média, de 1,7%.

No período anterior, de 18 a 31 de julho, os laboratórios cabo-verdianos analisaram 7.063 amostras e confirmaram 238 novos casos de covid-19 em todo o país. A taxa de incidência acumulada a nível nacional foi então de 42 casos por 100 mil habitantes, a taxa de transmissibilidade (Rt) de 0,71 e a taxa de positividade média de 3,4%.

“Neste momento, não há pessoas internadas nos hospitais de Cabo Verde devido à covid-19”, lê-se no boletim divulgado hoje.

Em relação à vacinação, Cabo Verde utilizou até 07 de agosto 772.945 doses de vacinas contra a covid-19, equivalente a 70,4% do total recebido. Do número estimado de adultos, 320.530 (98,4%) já tomaram pelo menos a primeira dose, 279.656 (85,8%) já receberam também a segunda dose e 113.173 (34,7%) já tomaram a dose de reforço.

Sobre a vacinação de adolescentes (12 a 17 anos), o boletim do Ministério da Saúde refere que 47.000 (87,4%) já tomaram a primeira dose e 39.548 (73,6%) estão completamente vacinados.

LUSA/HN

Hong Kong reduz para três dias quarentenas a quem chega do estrangeiro

Hong Kong reduz para três dias quarentenas a quem chega do estrangeiro

A cidade do sul da China continua a ser um dos poucos lugares no mundo, a par de Macau e da China continental, a exigir uma quarentena aos viajantes para evitar o risco de contágio da população local com o novo coronavírus.

A medida entra em vigor sexta-feira e vai passar a ser a quarentena mais curta exigida por Hong Kong às chegadas, desde que a pandemia começou.

O líder de Hong Kong, John Lee, disse que os viajantes devem permanecer em quarentena durante três dias num hotel designado, e depois submeterem-se a quatro dias de vigilância médica durante os quais os seus movimentos serão restringidos através da utilização de um sistema de código de saúde.

As alterações às políticas da covid-19 surgem quando se regista um aumento de infeções com o novo coronavírus, com os responsáveis de saúde da cidade a advertirem que se poderá atingir 8.000 casos nas próximas semanas.

Durante a semana de quarentena e vigilância, os viajantes também terão de fazer testes regulares à covid-19, e os que estiverem infetados terão de permanecer em isolamento.

Aqueles que testarem negativo podem utilizar os transportes públicos e entrar em centros comerciais e mercados, mas não podem entrar em bares e parques de diversões ou visitar lares de idosos, escolas e determinadas instalações médicas.

LUSA/HN

Biden deixa Casa Branca pela primeira vez desde que foi infetado

Biden deixa Casa Branca pela primeira vez desde que foi infetado

Joe Biden terminou, assim, o isolamento que durou mais do que o esperado, depois de, no sábado, ter testado negativo para o coronavírus.

Segundo a agência noticiosa Associated Press (AP), o médico da Casa Branca, Kevin O’Connor, tinha dito, na última atualização sobre o estado de saúde de Joe Biden, que continuaria “com muita cautela” e com “medidas rígidas de isolamento”, até um segundo teste negativo.

A Casa Branca ainda não esclareceu se o Presidente teve um segundo teste negativo para SARS-CoV-2.

“Sinto-me ótimo”, disse Biden, antes de embarcar no helicóptero Marine One, na Casa Branca.

Espera-se que Joe e Jill Biden passem o dia em Rehoboth Beach, um popular destino de férias nos EUA.

Joe Biden teve um teste positivo em 21 de julho e foi medicado com o antiviral Paxlovid, para diminuir a probabilidade de doenças graves causadas pelo vírus. De acordo com o médico da Casa Branca, os sinais vitais de Biden permaneceram normais durante todo o período de infeção, mas os seus sintomas incluíam corrimento nasal, tosse, dor de garganta e dores no corpo.

Depois de se isolar por vários dias, Biden testou negativo em 26 e 27 de julho, mas, devido a um caso raro de recuperação de covid-19, em 30 de julho, foi forçado a isolar-se novamente.

Os Presidente e a primeira-dama deverão visitar o Kentucky, na segunda-feira, para ver os danos causados pelas inundações dos últimos dias e encontros com as famílias afetadas.

LUSA/HN

Milhares em Macau obrigados a testes após caso detetado na cidade vizinha de Zhuhai

Milhares em Macau obrigados a testes após caso detetado na cidade vizinha de Zhuhai

Um edifício na península de Macau onde residem centenas de pessoas foi isolado, local onde habita o caso positivo, e milhares que residem próximo do seu local de trabalho têm de fazer um teste antigénio e de ácido nucleico até ao final do dia.

Caso não o façam, arriscam ficar com o código de saúde amarelo, que determina a impossibilidade, por exemplo, de usar transportes ou de entrar em espaços públicos, informaram hoje as autoridades em conferência de imprensa.

Os trabalhadores do preimeiro piso de um outro edifício também está a ser isolado, por eventual contacto dos trabalhadores com o homem diagnosticado com covid-19, que tinha registado dez testes negativos nas últimas semanas, o último dos quais na quinta-feira.

Na conferência de imprensa, o diretor dos Serviços de Saúde de Macau aconselhou a população a limitar-se a atividades essenciais e a cumprir a obrigatoriedade do uso de máscara.

Macau, que segue a política de casos zero imposto por Pequim, estava a entrar num processo que as autoridades classificavam de normalização, após um surto que em mês e meio infetou mais de 1.800 pessoas e causou seis mortes, idosos diagnosticados com doenças crónicas.

Macau avançou então para o isolamento de partes da cidade e quarentenas obrigatórias, para um confinamento parcial, com o fecho de estabelecimentos, que chegou a abranger os casinos, e apostou na testagem massiva quase diária da população para erradicar o surto.

LUSA/HN

Mais de 80 mil turistas retidos na ilha de Hainan após deteção de casos de covid-19

Mais de 80 mil turistas retidos na ilha de Hainan após deteção de casos de covid-19

Hoje, foram registados 483 casos de covid-19 na cidade costeira de Sanya, que tem mais de um milhão de habitantes, na ilha de Hainan, apelidada de “Havai chinês”, segundo a agência de notícias AFP.

Todos os voos de Sanya, um local popular para os surfistas, foram cancelados durante o fim de semana e as vendas de bilhetes de comboio foram suspensas.

Os turistas que desejam sair devem ter cinco testes PCR negativos realizados nos últimos sete dias, segundo as autoridades de saúde.

Os hotéis da cidade devem oferecer aos seus hóspedes um desconto de 50% até que as restrições de viagem sejam levantadas, disse um funcionário numa conferência de imprensa no sábado.

Em Sanya, locais de entretenimento público como ‘spas’ e bares estão fechados desde a semana passada, mas serviços essenciais como supermercados e farmácias continuam abertos.

A China é a única grande economia que continua a aplicar uma estratégia “zero covid”, impondo bloqueios e longas quarentenas que penalizam o turismo local.

As fronteiras do país estão praticamente fechadas desde o início de 2020, impedindo a entrada de visitantes estrangeiros.

LUSA/HN

Cerca de 80.000 turistas retidos em cidade balnear na China devido a surto

Cerca de 80.000 turistas retidos em cidade balnear na China devido a surto

As restrições entraram em vigor esta manhã, enquanto as autoridades tentam conter a propagação do vírus que provoca covid-19 na cidade da ilha tropical de Hainan.

Na sexta-feira registaram-se, naquela localidade, 229 casos de infeção confirmados e, hoje, mais 129.

O Partido Comunista da China está a seguir firmemente uma abordagem “zero-covid”, que está cada vez mais em desacordo com o resto do mundo.

Um surto recente em Xangai espalhou-se de tal forma que as autoridades bloquearam toda a cidade, a maior da China, durante dois meses, abrangendo milhões de pessoas e causando um golpe na economia nacional.

As autoridades ferroviárias proibiram todas as vendas de bilhetes em Sanya, tal como os voos, que foram hoje cancelados.

Os turistas que desejam partir de Sanya devem testar negativo para o coronavírus em cinco testes de PCR ao longo de sete dias, disseram as autoridades.

Entretanto, os hotéis estão a oferecer aos hóspedes um desconto de 50% durante o período de bloqueio, segundo as autoridades.

O bloqueio ocorre durante a temporada alta de turismo em Sanya, famosa pelos seus ‘resorts’ e praias.

LUSA/HN