Portugal com 95.943 casos e 239 mortes entre 14 e 20 de junho

Portugal com 95.943 casos e 239 mortes entre 14 e 20 de junho

Segundo o boletim epidemiológico semanal da DGS, em relação à semana anterior, registaram-se menos 17.185 casos de infeção, verificando-se ainda uma redução de 22 mortes na comparação entre os dois períodos.

Quanto à ocupação hospitalar em Portugal continental por Covid-19, a DGS passou a divulgar às sextas-feiras os dados dos internamentos referentes à segunda-feira anterior à publicação do relatório.

Com base nesse critério, o boletim indica que, na última segunda-feira, estavam internadas 1.743 pessoas, menos 153 do que no mesmo dia da semana anterior, com 85 doentes em unidades de cuidados intensivos, menos 13.

De acordo com o boletim da DGS, a incidência a sete dias estava, na segunda-feira, nos 932 casos por 100 mil habitantes, tendo registado uma diminuição de 15% em relação à semana anterior, e o índice de transmissibilidade (Rt) do coronavírus registava o valor de 0,88.

Por regiões, Lisboa e Vale do Tejo registou 45.219 casos entre 14 e 20 de junho, menos 4.851 do que no período anterior, e 84 óbitos, mais três.

A região Centro contabilizou 12.521 casos (menos 2.992) e 40 mortes (menos 24) e o Norte totalizou 22.401 casos de infeção (menos 7.560) e 80 mortes (mais três).

No Alentejo foram registados 3.916 casos positivos (menos 350) e oito óbitos (menos nove) e no Algarve verificaram-se 4.821 infeções pelo SARS-CoV-2 (mais 332) e seis mortes (menos cinco).

Quanto às regiões autónomas, os Açores tiveram 3.558 novos contágios entre 14 e 20 de junho (menos 1.167) e nove mortes (mais seis), enquanto a Madeira registou 3.507 casos nesses sete dias (menos 597) e 12 óbitos (mais quatro), de acordo com os dados da DGS.

Segundo o relatório, a faixa etária entre os 40 e os 49 anos foi a que apresentou maior número de casos a sete dias (16.141), seguida das pessoas entre os 50 e os 59 anos (15.211), enquanto as crianças até 9 anos foram o grupo com menos infeções (4.642) nesta semana.

Dos internamentos totais, 700 foram de idosos com mais de 80 anos, seguindo-se a faixa etária dos 70 aos 79 anos (412) e dos 60 aos 69 anos (220).

A DGS contabilizou ainda 14 internamentos no grupo etário das crianças até aos 9 anos, 11 dos 10 aos 19 anos, 22 dos 20 aos 29 anos, 32 dos 30 aos 39 anos, 62 dos 40 aos 49 anos e 116 dos 50 aos 59 anos.

O boletim refere também que, nestes sete dias, morreram 180 pessoas com mais de 80 anos, 38 pessoas entre os 70 e 79 anos, 13 entre os 60 e 69 anos, quatro entre os 50 e 59 anos, três entre os 40 e 49 anos e uma entre os 30 e 39 anos.

Relativamente à vacinação contra a Covid-19, o boletim refere que 93% da população tem a vacinação completa, 64% dos elegíveis a primeira dose de reforço e 52% dos idosos com 80 ou mais anos a segunda dose para reforçar a imunização contra o SARS-CoV-2.

LUSA/HN

Dose de reforço disponível em ‘casa aberta’ para maiores de 80 anos

Dose de reforço disponível em ‘casa aberta’ para maiores de 80 anos

“A modalidade casa aberta passou hoje [sexta-feira] a estar disponível para os cidadãos com 80 ou mais anos que cumpram os critérios de elegibilidade para receber a segunda dose de reforço da vacina contra a Covid-19”, adiantou a DGS em comunicado.

Segundo a mesma fonte, até ao momento, já foram vacinadas com a segunda dose de reforço cerca de 380 mil pessoas acima dos 80 anos, assim como os residentes de estruturas residenciais para pessoas idosas (ERPI).

A administração deste novo reforço de imunização contra o coronavírus SARS-CoV-2, que se iniciou em 16 de maio, abrange os residentes dos lares de idosos e as pessoas com 80 ou mais anos, que até agora têm sido convocadas por agendamento local, através de mensagem SMS ou chamada telefónica, e por agendamento central.

De acordo com a DGS, a população elegível para receber a segunda dose deve ser vacinada com um intervalo mínimo de quatro meses após a última dose ou após um diagnóstico de infeção por SARS-CoV-2.

No início do mês, a DGS anunciou que a campanha de vacinação do próximo outono e inverno prevê a coadministração das vacinas contra a gripe e covid-19 em idosos com mais de 65 anos, pessoas com mais de 18 anos com doenças graves, profissionais de saúde e utentes de lares e de unidades de cuidados continuados.

De acordo com o plano apresentado, estas campanhas iniciam-se em 05 de setembro em simultâneo e, na lógica da proteção dos mais vulneráveis, arrancarão com a vacinação pelos lares, rede de cuidados continuados e pessoas com 80 ou mais anos.

LUSA/HN

Autorizada comercialização de vacina da farmacêutica francesa Valneva

Autorizada comercialização de vacina da farmacêutica francesa Valneva

A vacina Valneva destina-se a ser utilizada como imunização primária em pessoas entre os 18 e os 50 anos e é produzida a partir de partículas inativadas da estirpe original do coronavírus SARS-Cov-2.

Esta é a sexta vacina recomendada na UE para proteção contra a Covid-19 e irá reforçar as campanhas de vacinação contra a doença nos Estados-membros.

Portugal ultrapassou na quarta-feira os cinco milhões de casos de infeção por SARS-CoV-2 desde o início da pandemia de Covid-19 e regista uma redução da média de contágios diários, que está agora nos 14.714, anunciou hoje o INSA.

“Estima-se que até 17 de junho de 2022 tenham ocorrido 5.064.674 casos” de infeção no país, avança o relatório semanal do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre a evolução da pandemia.

Desde que foram confirmados os primeiros diagnósticos de Covid-19, em 02 de março de 2020, foram precisos cerca de 17 meses para o país ultrapassar a marca de um milhão de casos positivos, o que aconteceu em 14 de agosto de 2021.

LUSA/HN

Portugal continua o país da União Europeia com mais novos casos e segundo do mundo

Portugal continua o país da União Europeia com mais novos casos e segundo do mundo

Segundo o ‘site’ estatístico Our World in Data, Portugal é também o país da UE com mais novas mortes diárias por milhão de habitantes nos últimos sete dias e é terceiro no mundo nesse indicador.

A média diária de novos casos em Portugal desceu de 2.380 por milhão de habitantes há duas semanas para 1.560 à data de hoje. Dos parceiros da União Europeia, segue-se a França, com 703, a Alemanha, com 685, Luxemburgo (673) e Grécia (614).

A nível mundial, considerando os países e territórios com mais de um milhão de habitantes, Taiwan tem a maior média de novos casos diários (2.410), seguida de Portugal, Austrália (1.060), Nova Zelândia (977) e Bahrain (814).

No que toca às novas mortes diárias atribuídas à Covid-19, Portugal mantém a maior da União Europeia, com 3,63, praticamente igual à média de 3,68 de há duas semanas, seguida da Finlândia, com 1,47, a Estónia com 1,29, a Espanha com 1,14 e Malta com 1,11.

Em termos mundiais, olhando para territórios e países com mais de um milhão de habitantes, Omã tem a maior média diária de novas mortes atribuídas à Covid-19 (10), seguida de Taiwan (6,29), Portugal, Uruguai (2,43) e Nova Zelândia (1,95).

A média de novos casos diários por milhão de habitantes na União Europeia está em 415 e a de novas mortes diárias em 0,63.

A média mundial de novos casos está em 67 e a de novas mortes atribuídas à Covid-19 está em 0,17.

LUSA/HN

Macau alarga zonas de isolamento e fecha serviços públicos

Macau alarga zonas de isolamento e fecha serviços públicos

Em conferência de imprensa, as autoridades indicaram que foram detetados nas últimas 24 horas 21 novos casos, 13 deles assintomáticos, aumentando para 91 o número de infetados desde o início da pandemia.

Tal como no interior da China, Macau não contabiliza os casos assintomáticos e segue uma política de ‘zero casos’, mantendo ainda quarentenas à entrada do território.

As autoridades aplicaram medidas de isolamento em várias zonas da cidade, onde é proibida a saída de todas as pessoas das residências.

Em outras zonas, não é permitida a saída dos edifícios antes de ser efetuado o primeiro de cinco testes de ácido nucleico obrigatórios.

A população de Macau, de mais de 680 mil pessoas, foi aconselhada a ficar em casa, com as autoridades a indicarem aos restaurantes que devem apenas vender comida para fora. À exceção de estabelecimentos como supermercados, outros espaços devem fechar portas.

As autoridades garantiram que está garantido o fornecimento de bens de primeira necessidade no território e, por isso, apelaram aos residentes “que não comprem em excesso nem façam a corrida às compras”.

Os serviços públicos em Macau vão encerrar na segunda e terça-feira, com exceção daqueles que prestam serviços urgentes e indispensáveis ao público.

As atividades educativas das escolas foram suspensas, assim como outros eventos públicos. As autoridades decidiram também suspender o funcionamento dos equipamentos sociais que prestam serviços diurnos (creches, centros de cuidados especiais e centros comunitários) e as visitas a lares de idosos.

A testagem obrigatória da população vai decorrer até às 12:00 (05:00 em Lisboa) de terça-feira em 53 postos espalhados pelo território.

Na conferência de imprensa desta tarde, o Governo anunciou sete novas medidas de apoio económico a empresas no valor de dez mil milhões de patacas (1,2 milhões de euros), financiadas pela reserva financeira, que vão desde benefícios fiscais a uma moratória por um ano do pagamento de empréstimos bonificados.

HN/NR/LUSA

Macau decreta estado de prevenção imediata e avança para testagem massiva

Macau decreta estado de prevenção imediata e avança para testagem massiva

As autoridades, que admitiram o aumento do número de casos nas próximas horas e ser esta a situação mais grave vivida no território desde o início da pandemia, aplicaram medidas de isolamento em duas zonas da cidade, onde é proibida a saída de todas as pessoas das residências.

Em outras zonas, não é permitida a saída dos edifícios antes de ser efetuado o primeiro de cinco testes de ácido nucleico obrigatórios.

“As outras medidas de controlo incluem a imposição de restrições à saída de Macau e a realização da supervisão rigorosa de saúde e autogestão de saúde por um período de, pelo menos, 14 dias”, segundo as autoridades.

Numa conferência de imprensa esta manhã (madrugada em Lisboa), o Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus apelou aos residentes para ficarem em casa. À exceção de estabelecimentos como supermercados e restaurantes, outros espaços devem fechar portas, incluindo os casinos daquela que é a capital mundial do jogo.

As atividades educativas das escolas foram suspensas, assim como outros eventos públicos. As autoridades decidiram também suspender o funcionamento dos equipamentos sociais que prestam serviços diurnos (creches, centros de cuidados especiais e centros comunitários) e as visitas a lares de idosos, bem como o encerramento de museus.

A testagem da população vai decorrer até às 12:00 (05:00 em Lisboa) de terça-feira em 53 postos espalhados pelo território.

Com estes novos casos, Macau registou 87 infeções com o novo coronavírus desde o início da pandemia.

Tal como no interior da China, Macau não contabiliza os casos assintomáticos e segue uma política de ‘zero casos’, mantendo anda quarentenas à entrada do território.

NR/HN/LUSA