Esclerose Múltipla
José Vale: na EM “tempo é cérebro”

José Vale: na EM “tempo é cérebro”

“Um dos principais fatores que atrasa o diagnóstico da Esclerose Múltipla é a demora na referenciação ao neurologista”, afirma o Dr. José Vale, diretor do Serviço de Neurologia do Hospital Beatriz Ângelo e Presidente do Colégio de Neurologia da Ordem dos Médicos. “Tal como noutras doenças neurológicas, tempo é cérebro”.

Entrevista Prof. João Cerqueira: “Registo Nacional de esclerose múltipla é essencial para a geração de conhecimento e investigação”

Entrevista Prof. João Cerqueira: “Registo Nacional de esclerose múltipla é essencial para a geração de conhecimento e investigação”

O Registo Nacional tem um papel importante na geração de conhecimento e na investigação e isso ajuda a melhorar os cuidados, mas tem também um papel muito importante ao fornecer em tempo real um retrato detalhado dos doentes e do modo como são acompanhados, o que permite ajustar os cuidados e corrigir assimetrias. Permite também uma melhor alocação de recursos e gestão dos existentes.

Editorial

Editorial

Alexandre Guedes da Silva
Presidente a Associação Portuguesa de Esclerose Múltipla

Professor Henrique Lopes: Peritos defendem a criação de Centros de Referência em Esclerose Múltipla

A Unidade de Saúde Pública da Universidade Católica Portuguesa acaba de divulgar as principais conclusões do Think Tank, ‘Consenso Nacional para a Esclerose Múltipla’. Os peritos liderados pelo Professsor Henrique Lopes recomendam, designadamente, a criação de Centros de Referência, de forma a cobrir todo o território nacional e garantir a equidade de assistência

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Assimetrias Regionais em Saúde Desenham Dois Países Diferentes Dentro de Portugal

Um retrato detalhado do sistema de saúde português revela um país cindido por assimetrias regionais profundas. Enquanto o litoral concentra hospitais e especialistas, o interior enfrenta desertificação médica, acessos limitados e piores resultados de saúde, desde uma menor esperança de vida a uma maior mortalidade prematura. As políticas públicas existentes são apontadas como insuficientes para travar este fosso, que espelha desigualdades socioeconómicas

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