350 colaboradores da Sonae aceitaram o desafio da Liga Portuguesa Contra o Cancro

350 colaboradores da Sonae aceitaram o desafio da Liga Portuguesa Contra o Cancro

A iniciativa contou com 350 colaboradores das várias empresas Sonae, que, na semana em que se assinala o Dia Mundial do Cancro (4 de fevereiro), percorreram 5 km tirando partido dos espaços exteriores do parque empresarial onde se localiza a sede do grupo. Os participantes contribuíram, assim, com 1.750 quilómetros para o objetivo da LPCC de atingir 40.075 km, o equivalente ao perímetro da Terra, num ato simbólico para “dar a volta ao mundo” e “dar a volta ao cancro”.

A iniciativa, que contou com o apoio das marcas Continente, Sport Zone e Solinca, insere-se no programa de promoção da saúde e bem-estar dos colaboradores, que vai desde a implementação de medidas de flexibilidade laboral à disponibilização de serviços e infraestruturas do Sonae Campus que facilitam uma vida equilibrada.

“A saúde e bem-estar dos nossos colaboradores é uma prioridade para a Sonae e, como tal, não podíamos ficar indiferentes a esta iniciativa tão meritória. A prevenção é fundamental para a saúde física e mental de todos nós, pelo que esperamos que com este gesto simbólico, que teve uma adesão notável por parte das nossas colaboradoras e colaboradores, mais pessoas fiquem a conhecer o desafio da Liga Portuguesa Contra o Cancro e se juntem a este movimento”, afirma Eduardo Mendes, diretor de People & Leadership da Sonae.

O compromisso da Sonae com a saúde e bem-estar dos seus colaboradores “reflete-se na oferta alargada de espaços e serviços disponíveis no Sonae Campus, como ginásio, campos de futebol e de padel, ciclovia e bicicletas, análises clínicas e serviços de enfermagem, consultas de nutrição, serviços de conveniência (quiosque, lavandaria e engomadoria, centro de lavagem de viaturas, entregas de farmácia, etc.), cabeleireiro e centro de estética, um polo da Brave Generation Academy para os filhos de colaboradores, entre outros”, refere o grupo.

PR/HN/RA

Hospital de Santarém pede desvio de doentes urgentes de medicina interna a partir das 21:00

Hospital de Santarém pede desvio de doentes urgentes de medicina interna a partir das 21:00

A mesma fonte destacou à Lusa que o pedido ao Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) implica apenas o desvio de ambulâncias, mas os doentes que se desloquem ao hospital pelos seus próprios meios serão atendidos.

O pedido foi feito devido a constrangimentos neste serviço e tendo em conta o funcionamento em rede dos hospitais, mas esta situação pode ser revertida durante o período solicitado, caso os restantes hospitais da área entrem também em contingência, explicou.

Foi solicitado aos corpos de bombeiros para, durante esse período, passarem os dados clínicos dos doentes da área de influência desse hospital, para que possam ser referenciados pelo CODU.

Já na passada segunda-feira, o Hospital Distrital de Santarém tinha pedido ao CODU o desvio de doentes urgentes, devido ao congestionamento dos Serviços de Urgência deste hospital.

LUSA/HN

Duas crianças assistidas no Hospital da Estefânia após incêndio receberam alta

Duas crianças assistidas no Hospital da Estefânia após incêndio receberam alta

Dois adultos e duas crianças transportados para a urgência do Hospital de Santa Maria, na sequência do incêndio de sábado na Mouraria receberam alta durante a noite, segundo fonte da unidade hospitalar.

“Precisavam de receber oxigénio, mas não inspiravam cuidados”, afirmou fonte do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte.

Havia também cinco pessoas que deram entrada no sábado no Hospital de São José, em Lisboa, pelo mesmo motivo e que já tiveram alta.

O incêndio, no número 55 da Rua do Terreirinho, provou dois mortos e 14 feridos, todos de nacionalidades estrangeiras, a maior parte do sul da Ásia.

LUSA/HN

Enfermeiros ingleses lançam apelo ao primeiro-ministro antes da greve

Enfermeiros ingleses lançam apelo ao primeiro-ministro antes da greve

Espera-se que na segunda-feira elementos do sindicato do Colégio de Enfermagem – composto por 90% de mulheres – adiram a uma paralisação em conjunto com outros trabalhadores do setor da saúde, como paramédicos ou pessoal de ambulância, afetos aos sindicatos GMB e Unite.

Na terça-feira, serão os membros do sindicato RCN, que representa dois terços dos enfermeiros do Serviço Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês) que aderem à greve.

Em carta enviada ao líder conservador, a que a cadeia britânica BBC teve acesso, Cullen faz “um apelo direto” a Sunak, pela primeira vez, e diz-lhe que uma oferta renovada “significativa” ou novas negociações poderiam suspender a ação.

“Peço-lhe que empregue este fim-de-semana para reajustar o Governo aos olhos dos cidadãos e demonstrar que está do lado dos contribuintes decentes e trabalhadores”, refere Cullen na missiva.

Segundo a líder sindical, não poderia haver “maneira mais sensata” de demonstrar este compromisso do que “acabar com a greve dos enfermeiros”.

Este renovado apelo ao executivo surge depois de o pessoal sanitário do NHS em Gales suspender a greve programada, após ter recebido uma proposta melhorada de 3% adicional, correspondente ao atual ano fiscal.

“Em consequência, cancelamos a nossa greve em Gales prevista para segunda-feira e terça-feira. Na Escócia, as negociações continuam sobre o pagamento adicional para o atual ano fiscal também e não se planearam greves”, acrescentou Cullen.

O executivo conservador de Rishi Sunak considera que as exigências destes trabalhadores para melhorarem as suas condições não podem ser atendidas e mantém que os aumentos salariais são decididos pelos organismos independentes de revisão salarial.

LUSA/HN

Projeto coordenado pela Universidade de Coimbra envolve escolas na promoção de estilos de vida saudáveis

Projeto coordenado pela Universidade de Coimbra envolve escolas na promoção de estilos de vida saudáveis

O “RYHEALTH” vai receber mais de 1 milhão de euros de financiamento da Comissão Europeia, no âmbito do programa EU4Health, que apoia projetos que respondem a desafios na área da saúde, e vai juntar instituições de Portugal, Alemanha e Espanha.

Abordando o estilo de vida saudável de forma holística (que agrega atividade física, dieta saudável, saúde mental e bem-estar), e com o envolvimento da família e da escola, o projeto é direcionado a estudantes dos ensinos básico e secundário. Com o trabalho que vai ser desenvolvido até 2025, pretende-se que “crianças e jovens deixem de orientar a sua saúde por fatores extrínsecos e passem a tomar opções (sobre exercício, alimentação, entre outros) de forma intrínseca, para que a vida saudável seja uma escolha e não uma imposição”, explica a docente da Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra (FCDEFUC) e coordenadora do projeto, Paula Tavares.

“É fundamental promover esta visão holística junto de crianças e jovens para que experimentem, aprendam e vivam vários comportamentos saudáveis, de forma sustentada, ao longo da vida, sendo a escola um lugar de grande relevância para adquirirem e experienciarem esses comportamentos”, contextualiza a coordenadora do projeto. Além disso, ao envolver a família, o projeto pretende ter também “um impacto intergeracional, em que todos participam ativamente na promoção de estilos de vida saudáveis, independentemente da idade”, destaca ainda Paula Tavares.

As atividades que vão ser desenvolvidas assentam em cinco pilares: apoiar a promoção de atividades ao ar livre e estilos de vida saudáveis junto de alunos de escolas básicas e secundárias; melhorar as competências de professores e famílias para a promoção da saúde e prevenção de doenças através da adoção de comportamentos saudáveis; facilitar e aumentar as práticas de atividades que melhorem a saúde desde tenra idade; aumentar a consciencialização sobre os impactos positivos de hábitos saudáveis; criar uma rede de instituições, escolas, estudantes e famílias na Europa para a promoção do desporto, de atividades ao ar livre e de estilos de vida saudáveis.

Em Portugal, além da Universidade de Coimbra, o “RYHEALTH” vai envolver o Agrupamento de Escolas da Anadia (através da Escola Básica de Vilarinho do Bairro) e o Agrupamento de Escolas da Sertã, “estando em curso o recrutamento de escolas do município de Coimbra, dado que o projeto está aberto à participação de mais escolas e que se pretende que os contributos do projeto possam vir a ser aplicados, no futuro, em outras instituições de ensino”, salienta a docente da UC.

O projeto vai envolver ainda a Outdoor Against Cancer (Alemanha), a Escola Internacional Montessori de Munique – Campus de Mónaco (Alemanha) e a Universidade de Cádiz (Espanha). Na Universidade de Coimbra, o projeto conta também com a participação de Alain Massart, Beatriz Gomes, Maria João Campos e Paulo Nobre, docentes da Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física.

Mais informações sobre o projeto “RYHEALTH – A holistic approach to rocking your health” estão disponíveis em https://ryhealth.net/.

PR/HN/RA

Ministério da Saúde reforça ações preventivas para evitar novos ciberataques

Ministério da Saúde reforça ações preventivas para evitar novos ciberataques

“Não estão atualmente sinalizadas perturbações informáticas nos serviços do Ministério da Saúde”, disse à Lusa fonte oficial do gabinete liderado pelo ministro Manuel Pizarro.

Segundo o ministério, “na sequência dos incidentes do passado fim de semana e da monitorização levada a cabo pelos departamentos de informática das instituições, têm sido reforçadas as ações preventivas”.

As ações passam por “medidas de informação sobre segurança informática junto dos trabalhadores”, como por exemplo, alterar as palavras-passe com frequência, “ou restrições de acesso a plataformas digitais”, explicou o gabinete.

Na quarta-feira, o presidente executivo (CEO) da empresa Visionware, Bruno Castro, disse à Lusa que um grupo cibercriminoso “muito próximo” do Kremlin (Presidência russa), Killnet, que tem visado nos seus ataques países pró-Ucrânia como Portugal, lançou um apelo ao recrutamento de novos membros [“call to arms”].

Bruno Castro salientou tratar-se da segunda vez em menos de uma semana que a ‘Killnet’ lançou idêntico apelo, depois de o último ter afetado instituições ligadas à área da saúde em vários países, incluindo Portugal, tendo sido atingidos os portais da Direção-Geral da Saúde (DGS) e da Faculdade de Farmácia.

Segundo o CEO da empresa credenciada pela NATO em soluções de segurança da informação e cibersegurança, o grupo de ciberativistas russos tem lançado várias campanhas de recrutamento para ciberataques a vários países ocidentais, além dos Estados Unidos, alegadamente em resposta ao alinhamento pró-Ucrânia, em que Portugal está incluído.

Em 28 de janeiro, a Direção-Geral da Saúde (DGS) informou que o seu ‘site’ tinha sido alvo de um ciberataque que impediu o acesso aos dados e serviços, mas pelas 23:00 “estava funcional”, tendo sido contactado o Centro Nacional de Cibersegurança.

No mesmo dia, o jornal Expresso noticiou que os endereços de Internet da DGS e da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa “encontravam-se inoperacionais desde, pelo menos, o início da tarde de sábado, na sequência de um ataque de um grupo de ciberativistas russos”.

“No circuito de contra e ciberespionagem circularam indícios de que o grupo Killnet, que costuma ser apontado como um braço operacional e propagandístico do Governo russo no submundo digital, lançou um repto para um ciberataque de congestionamento de redes contra instituições médicas de vários países que têm alinhado com a posição ucraniana – entre eles Portugal”, escreveu o Expresso.

LUSA/HN