Dose de reforço disponível em ‘casa aberta’ para maiores de 80 anos

Dose de reforço disponível em ‘casa aberta’ para maiores de 80 anos

“A modalidade casa aberta passou hoje [sexta-feira] a estar disponível para os cidadãos com 80 ou mais anos que cumpram os critérios de elegibilidade para receber a segunda dose de reforço da vacina contra a Covid-19”, adiantou a DGS em comunicado.

Segundo a mesma fonte, até ao momento, já foram vacinadas com a segunda dose de reforço cerca de 380 mil pessoas acima dos 80 anos, assim como os residentes de estruturas residenciais para pessoas idosas (ERPI).

A administração deste novo reforço de imunização contra o coronavírus SARS-CoV-2, que se iniciou em 16 de maio, abrange os residentes dos lares de idosos e as pessoas com 80 ou mais anos, que até agora têm sido convocadas por agendamento local, através de mensagem SMS ou chamada telefónica, e por agendamento central.

De acordo com a DGS, a população elegível para receber a segunda dose deve ser vacinada com um intervalo mínimo de quatro meses após a última dose ou após um diagnóstico de infeção por SARS-CoV-2.

No início do mês, a DGS anunciou que a campanha de vacinação do próximo outono e inverno prevê a coadministração das vacinas contra a gripe e covid-19 em idosos com mais de 65 anos, pessoas com mais de 18 anos com doenças graves, profissionais de saúde e utentes de lares e de unidades de cuidados continuados.

De acordo com o plano apresentado, estas campanhas iniciam-se em 05 de setembro em simultâneo e, na lógica da proteção dos mais vulneráveis, arrancarão com a vacinação pelos lares, rede de cuidados continuados e pessoas com 80 ou mais anos.

LUSA/HN

Equipa de Cuidados Domiciliários do Hospital Garcia de Orta melhora resposta a utentes pediátricos

Equipa de Cuidados Domiciliários do Hospital Garcia de Orta melhora resposta a utentes pediátricos

Foram mais de 450 horas de cuidados dedicados a crianças e jovens acompanhados no Serviço de Pediatria do HGO e que apresentam necessidades especiais – prematuros ou com doença crónica complexa, limitante ou ameaçadora da vida –, prestando também apoio aos seus cuidadores.

“Este modelo tem permitido a prestação de cuidados diferenciados às crianças e famílias em condições de vulnerabilidade aumentada, num contexto de pandemia complexo e com dificuldades acrescidas para os profissionais de saúde, assegurando a manutenção de cuidados de saúde nestes dois últimos anos”, afirma o presidente do conselho de administração do HGO. Segundo Luís Amaro, “o trabalho desta Equipa tem sido fundamental na melhoria da articulação com os Cuidados de Saúde Primários, proporcionando um maior envolvimento dos agentes promotores da saúde da criança/jovem e família”.

A Equipa de Cuidados Domiciliários Pediátricos do HGO é constituída por um médico e seis enfermeiras especialistas em Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica, profissionais dos serviços de Internamento de Pediatria, Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais e Pediátricos e Equipa Intra-Hospitalar de Suporte em Cuidados Paliativos Pediátricos.

Este projeto de apoio domiciliário iniciou-se com recurso a uma viatura disponibilizada pelo Garcia de Orta. Posteriormente, a equipa conseguiu articular-se com a Unidade de Hospitalização Domiciliária do hospital, utilizando a sua viatura, mas com alguns constrangimentos, dado o volume de doentes que esta unidade assiste.

O projeto passou também a contar com a colaboração de parceiros: a Fundação do Gil, com a Unidade Móvel de Apoio Domiciliário (UMAD), com frequência bissemanal, sendo este o parceiro de excelência para manter e expandir a cobertura deste projeto de forma sólida; e a Câmara Municipal de Almada, que, mensalmente, de setembro a fevereiro, disponibiliza uma unidade móvel equipada e com motorista, que permitiu assegurar outros desafios, como a vacinação no domicílio com palivizumab, uma terapêutica específica na prevenção da infeção pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em lactentes e crianças.

“Apesar de ser uma área de interesse já identificada no serviço, foi no contexto da chegada da pandemia e a suspensão inesperada de muitas atividades assistenciais que se precipitou o início de atividade da ECDP”, conta João Franco, diretor do Serviço de Pediatria do HGO. Além disso, “outro aspeto importante a considerar foi o facto de, cedo, se ter percebido que a segurança das crianças no que respeita aos cuidados de saúde em tempo de pandemia passava pelo apoio à capacitação da família e recurso ao hospital apenas em situações inadiáveis”, acrescentou.

“A literatura diz-nos que a visitação domiciliária é um elemento fundamental na vigilância e promoção da saúde, em particular nos dias seguintes à alta da maternidade, nas situações de doença prolongada ou crónica e nos casos de crianças, famílias ou situações identificadas como de risco. E naquele contexto de pandemia, a nossa equipa encontrou oportunidade de responder às necessidades das famílias no seu domicílio, salvaguardando a sua segurança, pois a vinda ao hospital era colocar estes meninos em maior risco”, refere Clara Rocha, enfermeira-gestora do Serviço de Pediatria do HGO e responsável do projeto, em parceria com Anselmo Costa, pediatra neonatologista e intensivista pediátrico deste serviço.

Ao longo de quase dois anos, a Equipa de Cuidados Domiciliários Pediátricos do HGO tem dado resposta a crianças, jovens e famílias do concelho de Almada e do Seixal em diferentes situações clínicas. Esta linha assistencial abrange, além de visitas e vacinação, o acompanhamento pós-alta do recém-nascido com validação da capacitação dos pais no domicílio, em articulação com os cuidados de saúde primários; a realização de procedimentos como observação clínica, consulta de enfermagem, administração de terapêutica, colocação de sonda vesical e sonda gástrica, aspiração de secreções, punção venosa, colheita de espécimes para análise (pesquisa de Sars Cov, análises sanguíneas), entre outros; e suporte ao regime terapêutico e apoio no luto. Neste apoio, participam outros profissionais do HGO, como psicólogos (também suportado pela Fundação do Gil), assistente social e dietista.

Tem-se verificado um maior suporte na transição do internamento para o domicílio e apoio no papel parental, reforçando o conhecimento e confiança dos cuidadores. As visitas permitem à equipa clínica conhecer melhor o ambiente físico e psicossocial da criança ou do jovem e suas famílias, facilitando a aproximação ao hospital.

As visitas domiciliárias realizadas em contexto de doença aguda podem traduzir-se numa diminuição dos episódios de urgência, da necessidade de internamento ou redução do número de dias de internamento.

João Franco, diretor do Serviço de Pediatria do HGO, acredita que “este apoio disponibilizado às crianças e famílias possa ser o futuro dos cuidados em Pediatria. A permanência da criança no seio da família e no seu domicílio é, por si só, promotora do desenvolvimento e da sua autonomia”. “Por outro lado, as complicações inerentes a este contexto, comparativamente com um internamento em ambiente hospitalar, são francamente reduzidas”, conclui.

Segundo Clara Rocha, neste modelo de cuidados, as relações entre profissionais do HGO e famílias “ficam mais próximas, tornando esta dinâmica mais gratificante para todas as partes envolvidas”. “Estes cuidados aumentam a segurança no domicílio e atuam na prevenção de complicações dos nossos meninos. O ensino aos cuidadores e a intervenção pedagógica nas escolas tem sido de extrema importância para a qualidade de vida dos nossos meninos.”

PR/HN/RA

Supremo dos EUA anula direito constitucional ao aborto no país

Supremo dos EUA anula direito constitucional ao aborto no país

Os juízes da mais alta instância judicial norte-americana, atualmente com uma maioria conservadora, decidiram anular a decisão do processo “Roe vs. Wade”, que, desde 1973, protegia como constitucional o direito das mulheres ao aborto.

Esta decisão não torna ilegais as interrupções da gravidez, mas devolve ao país a situação vigente antes do emblemático julgamento, quando cada Estado era livre para autorizar ou para proibir tal procedimento.

LUSA/HN

CNECV diz que mecanismos das vacinas devem ser utilizados para garantir rápido acesso a medicamentos

CNECV diz que mecanismos das vacinas devem ser utilizados para garantir rápido acesso a medicamentos

“Nos casos de medicamentos com valor terapêutico acrescentado, particularmente em áreas em que existem necessidades terapêuticas não satisfeitas, é eticamente exigível garantir o rápido acesso da população ao medicamento, através de mecanismos similares aos adotados para as vacinas contra a Covid-19”, indica o organismo presidido por Maria do Céu Patrão Neves.

Esta é uma das recomendações que constam do relatório hoje divulgado sobre as tecnologias impulsionadas pela pandemia, aprovado na reunião plenária do CNECV, e que foi enviado à Assembleia da República como contributo para futuras políticas públicas nesta área.

De acordo com o documento, que contou com a audição de especialistas de várias áreas, no âmbito da Covid-19, a redução acentuada do período habitualmente necessário para a disponibilização de novas vacinas e outros medicamentos “constitui um marco assinalável, que prefigura um novo paradigma neste domínio”.

“Ficou igualmente demonstrado que, também no plano regulamentar, é possível encurtar o tempo de aprovação dos medicamentos”, através da avaliação intercalar e parcelar dos dados científicos conforme ficam disponíveis, o que permite “antecipar significativamente o acesso dos doentes aos medicamentos, sem comprometer o rigor da avaliação científica”, sublinha o CNECV.

Em regra, o desenvolvimento de uma vacina implica um prazo de mais de 10 anos, mas no caso da Covid-19, a urgência da vacinação “acarretou uma alteração significativa do paradigma”, com a realização dos ensaios clínicos e a obtenção das autorizações de introdução no mercado em menos de um ano, salienta o conselho.

Ainda em relação às vacinas, o CNECV recomenda que, com estes novos mecanismos, “não se criem riscos acrescidos para os participantes em ensaios clínicos, nem se afetem os mais elevados níveis de qualidade, segurança e efetividade atualmente exigidos”.

Além disso, deve ser estabelecido por norma legal internacional e ou acordo firmado com os fabricantes de vacinas e outros medicamentos, a obrigação de divulgação, em tempo real e de forma transparente, dos resultados de farmacovigilância, em “prol da proteção da saúde pública e da confiança do cidadão na ciência”.

Já no plano do desenvolvimento científico e tecnológico, o CNECV defende o reforço do financiamento público da investigação científica, garantindo que os “benefícios decorrentes sejam igualmente de interesse público, na promoção da mais ampla equidade”.

No caso da investigação privada, as políticas públicas devem reconhecer a “importância do respeito pelas patentes para o progresso científico-tecnológico, assim como a obrigação de a indústria farmacêutica produzir os bens necessários em quantidade suficiente, a custos amplamente acessíveis, e contribuir igualmente para a solidariedade global”, salienta o documento.

“Em momentos em que a ciência pode tender a desenrolar-se em tempo real e em direto, se invista continuadamente na literacia científica da população e na comunicação de ciência, exigindo-se ao governo e entidades reguladoras que comuniquem de modo claro, objetivo e coerente”, recomenda ainda o CNECV.

Na área da saúde digital, o relatório preconiza que as autoridades sanitárias devem desenvolver estratégias adequadas, no plano nacional e internacionalmente articuladas, de prevenção e deteção precoce de novos agentes infeciosos com risco para a saúde pública.

Além disso, deve ser atendida a “reconfiguração da relação entre profissional de saúde e utente” por via da intermediação das novas tecnologias de informação, no sentido de preservar o equilíbrio entre o exercício da autonomia do utente e o princípio da beneficência identitário das profissões de saúde, na “promoção de uma relação de confiança em que as decisões partilhadas se fundamentam”.

Quanto à gestão de dados, o relatório do CNECV recomenda que as tecnologias destinadas à vigilância individual sejam “desenhadas envolvendo as populações a que se destinam e posteriormente integradas num ecossistema de intervenção em saúde pública”.

A sua regulamentação deve explicitar, de modo inequívoco, os dados a recolher e a sua finalidade, a descrição dos procedimentos relativos à colheita, armazenamento e duração, bem como as “medidas de segurança, retenção e destruição, que obstem ao aproveitamento comercial dos dados para fins além dos explicitados, e que se prevejam cláusulas de caducidade, garantindo a privacidade, a transparência dos procedimentos e a responsabilização por qualquer violação ao estipulado”, alerta ainda o documento.

O conselho nacional destaca também a probabilidade de surgimento de outras emergências em saúde pública, “importando aprender com as experiências da atual pandemia, para preparação nacional para outras crises sanitárias e, simultaneamente, o imperativo da assunção de um dever de proteção”.

O relatório considera que o “esforço notável” feito pela comunidade médico-científica para obter resultados úteis quase em tempo real fez com que a “ciência se discutisse quase em direto”, e não após um processo de revisão e validação por pares, cujos prazos foram reduzidos, devido à emergência médica provocada pela pandemia.

“O risco de debater publicamente resultados ainda preliminares, ou, mais raramente, fazer intervir no debate público perspetivas contracorrente e sem fundamento científico, pelo exacerbar do princípio da precaução e direito ao contraditório, foi real”, considera o conselho nacional, ao salientar que a “pandemia tem-se afirmado como particularmente diferenciadora, intensificando a fragilidade” de idosos, crianças e mulheres.

LUSA/HN

Fundação AstraZeneca e Sociedade Portuguesa de Oncologia entregam bolsa no valor de 35 mil euros

Fundação AstraZeneca e Sociedade Portuguesa de Oncologia entregam bolsa no valor de 35 mil euros

Este estudo será desenvolvido por Adriana Sánchez-Danés, Patrícia Borges e Raquel Soares, especialistas da Fundação Champalimaud, que conquistam uma bolsa no valor de 35 mil euros.

O trabalho, a que as investigadoras deram o nome de BALANCE, tem como objetivo “descobrir até que ponto o cérebro em desenvolvimento é plástico e capaz de compensar as perturbações causadas pela formação de um tumor, mantendo o seu desenvolvimento e a função normais”.

Segundo as especialistas, a investigação irá “fornecer os primeiros insights sobre os mecanismos compensatórios usados pelo cérebro em crescimento para garantir um correto desenvolvimento”, limitando os efeitos do tumor. Estes mecanismos “podem levar ao encolhimento do tumor, abrindo caminhos promissores para o desenvolvimento de novos tratamentos para doentes pediátricos”.

Ao todo, foram submetidos vinte e seis projetos, sendo a edição com maior número de candidaturas, facto que traduz a qualidade da investigação feita em Portugal, mas “que é preciso apoiar e promover, uma vez que se pode traduzir em passos muito importantes na luta contra o cancro”, diz Ana Raimundo, presidente do júri.

Maria do Céu Machado, que inicia o seu trabalho enquanto presidente da Fundação AstraZeneca, reforça a importância deste tipo de investigação, sobretudo numa área como a da oncologia, onde têm sido grandes os avanços ao nível da prevenção, diagnóstico e tratamento do cancro: “Projetos de investigação como este podem vir a ter um impacto importante na prática clínica. E é importante também reconhecer que, em Portugal, se faz – e se pode fazer ainda mais – investigação de qualidade”.

Os projetos foram avaliados por uma comissão de avaliação composta por cinco especialistas na área da oncologia: Ana Raimundo, ex-presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia e presidente do júri; Bruno Silva-Santos, vice-diretor do Instituto de Medicina Molecular (IMM) da Universidade de Lisboa e Professor Associado da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa; Cláudia Vieira, vogal da Sociedade Portuguesa de Oncologia e investigadora do Centro de Investigação do IPO do Porto; José Carlos Machado, vice-presidente do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (Ipatimup), e Nuno Bonito, vogal da Sociedade Portuguesa da Sociedade Portuguesa de Oncologia e coordenador de Equipa Multidisciplinar de Cancro Digestivo do IPO de Coimbra.

PR/HN/RA

Cerca de 180 pessoas morreram em Espanha no último ano através da eutanásia

Cerca de 180 pessoas morreram em Espanha no último ano através da eutanásia

“180 pessoas que ajudámos a morrer de maneira digna, como elas decidiram”, disse a ministra da Saúde espanhola, Carolina Darías, numa conferência hoje em Madrid com que assinalou o primeiro ano desta legislação, que fez de Espanha um dos poucos países do mundo a permitir o acesso à eutanásia, a pessoas com “doença grave e incurável”.

Dessas 180 pessoas a quem foi aplicada a eutanásia em Espanha (país com cerca de 47 milhões de habitantes), 22 doaram os seus órgãos, com os quais se realizaram 68 transplantes, que “supõem uma melhoria de vida para muitas pessoas e lembram que morrer também é um ato de generosidade”, considerou a ministra.

“É a celebração do primeiro ano de vida de um direito que nos dignifica como seres humanos e como sociedade”, considerou Carolina Darías, para quem a legislação espanhola consagrou o acesso com mais garantias “a um dos bens mais valiosos da condição humana: a vontade e a dignidade”.

A lei entrou em vigor há um ano em Espanha e a sua implementação coube às administrações de cada região autónoma, o que não aconteceu da mesma forma e ao mesmo ritmo em todas elas.

A ministra pediu hoje “a mesma velocidade” para “dar as mesmas garantias e para que todas as pessoas tenham os mesmos direitos, onde quer que vivam”, tendo porém agradecido o esforço das regiões, dos profissionais de saúde e da comunidade científica para pôr a lei em prática.

Segundo os dados hoje conhecidos, foi na região da Catalunha que houve mais pedidos de eutanásia, 137, e 60 já concluíram o processo.

Espanha foi o quarto país europeu a descriminalizar a eutanásia, depois de Países Baixos, Bélgica e Luxemburgo.

Em Portugal, a Assembleia da República já aprovou por duas vezes leis para a despenalização da eutanásia que tiveram vetos presidenciais.

Em 09 de junho, foram aprovadas, na generalidade, novas iniciativas do PS, BE, PAN e IL.

A legislação espanhola permite a eutanásia (morte do paciente, por sua vontade, através da administração de substâncias por profissionais de saúde) e o suicídio assistido por médicos (quando é a própria pessoa a ingerir as substâncias).

Os adultos que sofram de uma doença grave e incurável ou de uma condição grave, crónica e impossível, que cause “sofrimento físico ou psicológico intolerável” sem possibilidade de cura ou melhoria, podem solicitar ajuda médica para morrer, prestação que será incluída no Sistema Nacional de Saúde espanhol.

O paciente deve confirmar a sua vontade de morrer em pelo menos quatro ocasiões ao longo do processo, o que pode demorar pouco mais de um mês a partir do momento em que o solicita pela primeira vez, e em qualquer momento pode retirar ou adiar a eutanásia.

A lei também prevê o direito dos médicos à objeção de consciência e estabelece a criação de uma Comissão de Garantia e Avaliação em cada comunidade autónoma espanhola composta por médicos e juristas para acompanhar cada caso.

LUSA/HN