No Dia Nacional da pessoa com EM, associações lançam concurso de pintura para mostrar a face humana da doença. Dados revelam diagnóstico com três anos de atraso médio e um quinto dos doentes fora do trabalho
No Dia Nacional da pessoa com EM, associações lançam concurso de pintura para mostrar a face humana da doença. Dados revelam diagnóstico com três anos de atraso médio e um quinto dos doentes fora do trabalho
A Associação Nacional de Estudantes de Medicina considerou hoje que a abertura do curso de Medicina na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro representa uma oportunidade para aliviar a sobrelotação nas restantes escolas médicas. O presidente da ANEM, Paulo Simões Peres, sugeriu que a nova oferta poderá permitir uma redução de vagas noutros estabelecimentos, transferindo-as para Vila Real, após a acreditação condicional do mestrado pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior.
A A3ES aprovou o mestrado em Medicina na UTAD, uma resposta à saturação das escolas médicas. A ANEM vê a medida com esperança, mas exige garantias de qualidade e investimento na formação prática.
O Sindicato Independente dos Médicos reagiu à substituição do presidente do INEM, realçando a instabilidade na instituição. O SIM defende a continuação do trabalho de Sérgio Janeiro e promete escrutinar a gestão de Luís Cabral
Cerca de 80 estudantes de Medicina reuniram-se no Porto para a 13.ª edição do T4All, coorganizado pela ANEM. O evento internacional focou-se no desenvolvimento de competências de liderança, advocacy e direitos humanos
A Associação Nacional de Estudantes de Medicina defende um maior investimento em residências universitárias a preços acessíveis, considerando-o fundamental para um ensino superior inclusivo. O presidente Paulo Peres Simões apela a medidas estruturais
A Associação Nacional de Estudantes de Medicina considera positivo o reforço da ação social no Ensino Superior, mas alerta que o impacto será limitado sem políticas para travar o aumento dos custos de frequência. A ANEM destaca encargos específicos na Medicina e reafirma disponibilidade para colaborar com o Governo
A Associação Nacional de Estudantes de Medicina alertou para a degradação da qualidade do ensino face ao aumento sucessivo de vagas em Medicina. O presidente, Paulo Simões Peres, defende um planeamento nacional de recursos humanos e avisa que a falta de tutores e condições clínicas está a agravar-se
Estudo do SIPI revela que mais de 66% das pessoas com deficiência consideram o SNS inadequado às suas necessidades. ANEM exige medidas urgentes ao Ministério da Saúde para garantir acesso equitativo aos cuidados de saúde
A Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM) quer pôr na ordem do dia a discussão sobre os encargos “não comparticipados mas obrigatórios” associados à frequência do Ensino Superior por um estudante de Medicina, disse hoje a presidente.
A Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM) apresenta hoje, pelas 10h30, na Nova Medical School, o livro ’40 Anos 40 Ideias’ e celebra duas décadas de trabalho associativo em defesa da qualidade da formação médica em Portugal.
O Safe & Fest, campanha de sensibilização da Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM) para a importância da adoção de práticas sexuais seguras e para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, promete agitar a quinta edição do Festival de Música ‘Sons no Parque’, entre os dias 14 e 16 de julho.
O subfinanciamento das escolas médicas conduz à degradação do ensino clínico. As faculdades estão sobrelotadas em termos de espaço e docência. Os locais de estágio estão sobrecarregados de estudantes. A ANEM fez o diagnóstico do curso de Medicina e está apostada no tratamento. “O nosso objetivo não é só expor problemas, nós queremos ser parte da solução”, garante o presidente, Vasco Cremon de Lemos.
A direção da Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM) anunciou esta quarta-feira que é contra a abertura de novos cursos de Medicina. A associação considera a medida “populista” e prejudicial à qualidade da formação médica em Portugal.
António Alvim
Presidente da Associação Portuguesa de Médicos de Família Independentes-APMF
O diretor-executivo do SNS, Álvaro Almeida, afirmou que o serviço é excessivamente focado nos hospitais. A declaração marcou um debate sobre modelos de gestão e competências de enfermagem, com visões distintas sobre centralização
O Governo vai avançar com uma nova Lei Orgânica para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) até ao final de janeiro de 2026, anunciou este domingo o Ministério da Saúde.
A prestação de cuidados continuados em Portugal caracteriza-se pela fragmentação entre serviços de saúde e sociais, criando lacunas na assistência a idosos e pessoas com dependência. A falta de coordenação entre os diferentes níveis de cuidados resulta em transições inadequadas e sobrecarga para as famílias
Portugal enfrenta uma lacuna crítica nos cuidados paliativos. Com uma população envelhecida e uma vaga de doenças crónicas, milhares terminam a vida em sofrimento, sem acesso a apoio especializado. A cobertura é um retalho, o interior é um deserto de cuidados e as famílias carregam sozinhas o peso de um fim de vida sem dignidade
Portugal brilha no panorama europeu com uma das mais baixas taxas de necessidades de cuidados de saúde não satisfeitas (2,5%). Este feito, porém, esconde assimetrias regionais e pressões internas que desafiam a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde e a equidade no acesso a que todos têm direito
António Alvim
Presidente da Associação Portuguesa de Médicos de Família Independentes-APMF
O diretor-executivo do SNS, Álvaro Almeida, afirmou que o serviço é excessivamente focado nos hospitais. A declaração marcou um debate sobre modelos de gestão e competências de enfermagem, com visões distintas sobre centralização
O Governo vai avançar com uma nova Lei Orgânica para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) até ao final de janeiro de 2026, anunciou este domingo o Ministério da Saúde.
A prestação de cuidados continuados em Portugal caracteriza-se pela fragmentação entre serviços de saúde e sociais, criando lacunas na assistência a idosos e pessoas com dependência. A falta de coordenação entre os diferentes níveis de cuidados resulta em transições inadequadas e sobrecarga para as famílias
Portugal enfrenta uma lacuna crítica nos cuidados paliativos. Com uma população envelhecida e uma vaga de doenças crónicas, milhares terminam a vida em sofrimento, sem acesso a apoio especializado. A cobertura é um retalho, o interior é um deserto de cuidados e as famílias carregam sozinhas o peso de um fim de vida sem dignidade