A Associação Portuguesa de Hemofilia e de outras Coagulopatias Congénitas (APH) lançou um novo website, com design moderno, navegação intuitiva e recursos atualizados, reforçando o apoio à comunidade e facilitando o acesso à informação essencial.
A Associação Portuguesa de Hemofilia e de outras Coagulopatias Congénitas (APH) lançou um novo website, com design moderno, navegação intuitiva e recursos atualizados, reforçando o apoio à comunidade e facilitando o acesso à informação essencial.
A Associação das Unidades de Saúde Familiar criticou esta terça-feira a centralização das vacinas sazonais nas farmácias no Outono/Inverno 2023/24, lembrando que houve mais internamentos por gripe nos cuidados intensivos e as metas foram atingidas mais tarde.
A Associação Portuguesa dos Farmacêuticos Residentes (APFR) realizou junto dos seus associados um Inquérito de Satisfação com o objetivo de perceber de que forma estavam a reagir os farmacêuticos que deram início ao seu processo de especialização.
A Associação Nacional dos Cuidados Continuados (ANCC) defende que o valor diário para tratamento de escaras deve ser alargado a todas as tipologias de unidades e a qualquer tipo de feridas.
A Associação Nacional dos Cuidados Continuados (ANCC) defende um pagamento adicional de 1.500 euros por cama contratualizada face a dezembro de 2021, para compensar as unidades pelos custos acrescidos com a pandemia de covid-19.
A Associação Nacional de Unidades de Saúde Familiar (USF-AN) alertou esta terça-feira para falhas nas remunerações dos enfermeiros destas unidades, agravadas pela retirada automática de “milhares de utentes” das listas que os penaliza no cálculo dos seus vencimentos.
A Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) acaba de ser lançar a campanha ‘Até quem é do contra, é a favor de nos doar o IRS’, que apela à solidariedade dos portugueses através da consignação de 0,5% do IRS.
A Associação Portuguesa de Nutrição Entérica e Parentérica (APNEP) alertou hoje que Portugal tem cerca de 115 mil doentes malnutridos, condição que pode estar a custar ao Estado mais de 225 milhões de euros por ano.
A Associação Nacional de Centros de Diálise (ANADIAL), em conjunto com a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN), encontra-se a promover a terceira edição do Prémio de Investigação “ANADIAL-SPN” na área da doença renal, cujas candidaturas podem ser submetidas até ao dia 31 de agosto de 2024.
A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) reforçou esta quinta-feira a importância de controlar a diabetes para reduzir o risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC). A APDP alerta que o risco de acidente vascular cerebral é duas a quatro vezes maior em pessoas com diabetes.
“Manifestações Extraintestinais na DII” é o tema do recente episódio da iniciativa Dar a Volta à DII, desenvolvida pela Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino (APDI).
A Associação Portuguesa da Psoríase (PSOPortugal) anunciou esta segunda-feira que irá realizar um estudo junto dos doentes por forma a identificar a origem das dificuldades no acesso ao tratamento nos hospitais.
A Associação Portuguesa de Sono assinalou o Dia Mundial do Sono (APS) com atividades de sensibilização por todo o país.
A Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) nos Açores assinala no sábado o 29.º aniversário, com uma aposta em novas valências em São Miguel, incluindo o transporte para consultas médicas e o treino de atividades diárias.
Associações de doentes exigem ao Governo, às principais entidades de saúde e aos deputados da Assembleia da República medidas urgentes para enfrentar o cancro, classificando-o como uma verdadeira “emergência de saúde pública”.
Os doentes classificados como urgentes que procuram o Hospital Prof. Doutor Fernando da Fonseca, em Amadora-Sintra, enfrentam atualmente tempos de espera superiores a 14 horas para a primeira observação médica, de acordo com dados do portal do SNS consultados esta manhã.
Praticamente toda a população portuguesa tem cobertura para um conjunto central de serviços de saúde, atingindo a universalidade. Contudo, apenas 58% dos cidadãos dizem estar satisfeitos com a disponibilidade de cuidados de qualidade, um valor que fica abaixo da média dos países mais desenvolvidos
Praticamente toda a população portuguesa tem cobertura para um conjunto central de serviços de saúde, atingindo a universalidade. Contudo, apenas 58% dos cidadãos dizem estar satisfeitos com a disponibilidade de cuidados de qualidade, um valor que fica abaixo da média dos países mais desenvolvidos
O relatório “Health in a Glance 2025” da OCDE revela um sistema de saúde português com contrastes. Enquanto a adesão ao rastreio do cancro da mama, com 55,5%, fica aquém da média da OCDE, a prescrição de antibióticos mantém-se elevada, sublinhando desafios antigos na prevenção de doenças e no uso prudente de medicamentos
Um retrato detalhado do sistema de saúde português revela um país cindido por assimetrias regionais profundas. Enquanto o litoral concentra hospitais e especialistas, o interior enfrenta desertificação médica, acessos limitados e piores resultados de saúde, desde uma menor esperança de vida a uma maior mortalidade prematura. As políticas públicas existentes são apontadas como insuficientes para travar este fosso, que espelha desigualdades socioeconómicas
Associações de doentes exigem ao Governo, às principais entidades de saúde e aos deputados da Assembleia da República medidas urgentes para enfrentar o cancro, classificando-o como uma verdadeira “emergência de saúde pública”.
Os doentes classificados como urgentes que procuram o Hospital Prof. Doutor Fernando da Fonseca, em Amadora-Sintra, enfrentam atualmente tempos de espera superiores a 14 horas para a primeira observação médica, de acordo com dados do portal do SNS consultados esta manhã.
Praticamente toda a população portuguesa tem cobertura para um conjunto central de serviços de saúde, atingindo a universalidade. Contudo, apenas 58% dos cidadãos dizem estar satisfeitos com a disponibilidade de cuidados de qualidade, um valor que fica abaixo da média dos países mais desenvolvidos
Praticamente toda a população portuguesa tem cobertura para um conjunto central de serviços de saúde, atingindo a universalidade. Contudo, apenas 58% dos cidadãos dizem estar satisfeitos com a disponibilidade de cuidados de qualidade, um valor que fica abaixo da média dos países mais desenvolvidos
O relatório “Health in a Glance 2025” da OCDE revela um sistema de saúde português com contrastes. Enquanto a adesão ao rastreio do cancro da mama, com 55,5%, fica aquém da média da OCDE, a prescrição de antibióticos mantém-se elevada, sublinhando desafios antigos na prevenção de doenças e no uso prudente de medicamentos