Autoridades de saúde timorenses apelam à população para que se vacine

Autoridades de saúde timorenses apelam à população para que se vacine

“A Ómicron é uma variante que tem bastante transmissibilidade, ainda que a gravidade seja menor. Pode ser grave para quem tem comorbidades e não está vacinado”, disse à Lusa a diretora-geral de Prestação de Serviços de Saúde, Odete da Silva Viegas.

“Por isso apelamos à população para que se venham vacinar. Quem não recebeu qualquer vacina venha vacinar-se e quem recebeu as duas primeiras doses há mais de quatro meses pode receber já o reforço”, apelou.

Praticamente sem casos no último trimestre do ano passado, Timor-Leste tem registado agora um aumento significativo de casos, o que não sucedia desde setembro do ano passado, quando o país viveu a vaga da variante Delta.

O boletim diário do Ministério da Saúde nota que nas últimas 24 horas se registaram 247 novos casos, o maior número diário desde setembro do ano passado, com 22 casos recuperados e um total de 8376 ativos em todo o país.

Nas últimas 24 horas, as autoridades realizariam 1.135 testes, com uma taxa de positividade de 21,76%, com 17 pessoas hospitalizadas, mais quatro que na segunda-feira.

Desde o inicio da pandemia Timor-Leste registou 20.748 casos de pessoas infetadas com SARS-CoV-2, com 122 mortos.

Questionada sobre as regras que estão a ser atualmente aplicadas, Odete da Silva Viegas disse que quem tem sintomas deve solicitar o teste, no âmbito da vigilância sentinela, e quem teve contacto de proximidade com alguém positivo deve ser igualmente testado, como rastreio de contactos.

Explicou que não há obrigatoriedade de ser feita quarentena ou auto quarentena e que quem está assintomático ou com sintomas leve pode estar isolado em casa.

“Se não quiserem ficar em casa poderemos instalar as pessoas no centro de Tasi Tolu. Os casos moderados ou graves estamos a hospitalizar”, referiu.

Entre sete a 10 dias depois da realização do teste positivo e se não houver sintomas, a pessoa pode ter alta, não sendo necessário fazer novo teste para sair do isolamento, explicou.

Até ao momento já receberam pelo menos uma dose 71,9% da população com mais de 12 anos, tendo 60,4% recebido já duas doses e 0,9% recebido o reforço.

LUSA/HN

Rússia bate novo recorde de infeções diárias com 180 mil contágios

Rússia bate novo recorde de infeções diárias com 180 mil contágios

Quanto aos hospitalizados, o número subiu para 12.749, quase 30% menos do que no sábado, segundo as informações das autoridades de saúde russas divulgadas hoje.

O número de mortes também diminuiu, já que a Covid-19 foi a causa da morte de 661 russos, menos 53 do que no dia anterior.

Em Moscovo registou-se uma queda de 15% nos casos positivos, que somaram 18.856, ou seja, caíram abaixo de 20.000 diários pela primeira vez desde janeiro.

A chefe de saúde russa, Anna Popova, decidiu eliminar a partir de hoje o confinamento obrigatório para quem mantém contacto com uma pessoa infetada, que já havia sido reduzido para uma semana.

A razão é que a variante predominante agora na Rússia, o Ómicron, é duas vezes mais contagiosa do que o vírus da gripe, mas na maioria dos casos passa sem sintomas, pelo que as autoridades referem que a quarentena “não tem sentido”.

Anna Popova também expressou a sua confiança de que o sistema imunológico de quem sofre de Ómicron irá protegerá de contrair a variante Delta, muito mais perigosa.

Embora a situação seja considerada “tensa”, as autoridades de saúde consideram que a dinâmica aponta para uma estabilização do número de infetados por coronavírus em toda a geografia nacional.

Em meados de janeiro, a Câmara Municipal de Moscovo recomendou que as pessoas com mais de 60 anos e pessoas com doenças crónicas ficassem em casa.

Também pediu às empresas que reintroduzissem o teletrabalho para o maior número possível de trabalhadores, a fim de evitar multidões nos transportes públicos.

No entanto, o presidente russo, Vladimir Putin, descartou medidas drásticas como confinamentos ou a paralisação de setores económicos para lidar com a nova onda de infeções.

LUSA/HN

Israel com o maior número de sempre de pessoas internadas em estado grave

Israel com o maior número de sempre de pessoas internadas em estado grave

Apesar deste dado, a taxa de infeções provocadas pela variante Ómicron, que se propaga rapidamente, está a diminuir progressivamente.

Nos últimos dias, a taxa de transmissibilidade (número médio de pessoas a quem cada pessoa infetada transmite o vírus) tem vindo a diminuir, situando-se agora em 0,88.

De acordo com os dados, citados pela agência de notícias espanhola Efe, estão 1.229 pessoas internadas em estado crítico, enquanto as novas infeções confirmadas durante a última semana atingiram praticamente as 400 mil.

Do início ao fim de novembro de 2021, a vaga de Ómicron infetou mais de dois milhões de israelitas e cerca de 900 pessoas morreram, numa média de uma morte por cada 2.000 casos confirmados, um número mais baixo do que nas ondas anteriores, segundo as autoridades de saúde.

Na sexta-feira, o Governo aprovou medidas para aliviar os requisitos para a exibição do “passe verde” (certificado de vacinação), sendo que a partir de segunda-feira os israelitas deixarão de precisar dele para entrar em ginásios, cinemas ou hotéis.

Atualmente, o “passe verde” é válido para todos os recuperados da Covid-19, para quem tem o esquema vacinal completo nos últimos quatro meses e os que receberam a terceira ou a quarta dose de reforço da vacina contra a Covid-19.

No entanto, este documento continuará a ser necessário para entrar em locais onde possa haver um maior risco de contágio, como salas de eventos ou discotecas.

A Covid-19 provocou pelo menos 5.710.711 de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse, divulgado na sexta-feira.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 20.171 pessoas e foram contabilizados 2.884.540 casos de infeção, segundo dados de hoje da Direção-Geral da Saúde.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A variante Ómicron, que se dissemina e sofre mutações rapidamente, tornou-se dominante do mundo desde que foi detetada pela primeira vez, em novembro, na África do Sul.

LUSA/HN

Hong Kong regista número recorde de casos diários contabilizando 351 contágios

Hong Kong regista número recorde de casos diários contabilizando 351 contágios

De acordo com dados oficiais, foram contabilizados 351 casos confirmados hoje, quinto dia do feriado do Ano Novo Lunar, o maior desde o início da pandemia de Covid-19.

“Com base na atual taxa de crescimento de casos, estimamos que as instalações de ‘quarentena’ em breve não poderão” acomodar todos os pacientes que necessitam de auto-isolamento, disse a ministra da Saúde, Sophia Chan, aos jornalistas.

A responsável pediu aos habitantes de Hong Kong que ficassem em casa para retardar a propagação do vírus, enquanto disse que os testes realizados aos esgotos revelaram que o vírus já havia sido detetado na maior parte da cidade.

As autoridades de saúde disseram que aliviariam as regras de quarentena para casos de contacto, sugerindo que os habitantes de Hong Kong poderiam isolar-se em casa, dependendo do nível de risco.

Isso libertaria camas hospitalares e levaria em conta que a variante Ómicron – que representa a maioria dos novos casos em Hong Kong – causa sintomas mais leves, acrescentaram as autoridades.

Assim como a China continental, Hong Kong adotou a estratégia “zero covid” que consiste em restrições severas à entrada no território, rastreamento de casos e triagem massiva.

Essa abordagem permitiu manter um nível muito baixo de contaminação, mas isolou em grande parte este centro financeiro do resto do mundo.

Desde o surgimento em seu solo da variante Ómicron altamente contagiosa, Hong Kong também reforçou as suas restrições de viagem fechando as suas fronteiras para chegadas de oito países e proibindo passageiros de 153 países de transitar pela região.

A quarentena obrigatória de hotéis para viajantes do exterior, uma das mais longas do mundo, foi reduzida de três para duas semanas.

Desde o início da pandemia, Hong Kong registou mais de 15.000 casos confirmados de coronavírus e 213 mortes.

LUSA/HN

Rússia continua a bater recordes diários de infeções com mais de 177 mil contágios

Rússia continua a bater recordes diários de infeções com mais de 177 mil contágios

Destes, 18.032 doentes de Covid-19 tiveram de ser internados, aos quais acrescem 714 óbitos.

Como o Governo reconheceu esta semana, a variante Ómicron espalhou-se por todo o país, embora em metade das regiões tenha havido uma diminuição do número de internamentos.

Quanto a Moscovo, foram registados 22.444 casos nas últimas 24 horas, uma queda de 10% em relação ao dia anterior, e 82 mortes, mais três do que na sexta-feira.

O número de positivos na Rússia, que totalizou 12.630.047 infeções desde março de 2020, disparou em meados de janeiro com o fim dos feriados de Ano Novo.

Embora a situação seja considerada “tensa”, as autoridades de saúde consideram que a dinâmica aponta para uma estabilização do número de infetados pelo coronavírus.

Em meados de janeiro, a Câmara Municipal de Moscovo recomendou que as pessoas com mais de 60 anos e pessoas com doenças crónicas ficassem em casa.

Também pediu às empresas que reintroduzissem o teletrabalho para o maior número possível de trabalhadores, a fim de evitar multidões nos transportes públicos.

No entanto, o vdescartou medidas drásticas como confinamentos ou a paralisação de setores económicos para lidar com a nova onda de infeções.

LUSA/HN