O INFARMED aprovou o financiamento hospitalar da combinação de Lonsurf com bevacizumab para adultos com cancro colorretal metastático previamente tratados com duas linhas de terapia. A decisão baseia-se num estudo que mostrou ganhos significativos na sobrevivência global e livre de progressão
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ÚLTIMAS
O relatório OCDE e o resto: o que os números da saúde não mostram
Praticamente toda a população portuguesa tem cobertura para um conjunto central de serviços de saúde, atingindo a universalidade. Contudo, apenas 58% dos cidadãos dizem estar satisfeitos com a disponibilidade de cuidados de qualidade, um valor que fica abaixo da média dos países mais desenvolvidos
Acesso a cuidados de saúde em Portugal é universal, mas satisfação com serviços fica aquém da Europa
Praticamente toda a população portuguesa tem cobertura para um conjunto central de serviços de saúde, atingindo a universalidade. Contudo, apenas 58% dos cidadãos dizem estar satisfeitos com a disponibilidade de cuidados de qualidade, um valor que fica abaixo da média dos países mais desenvolvidos
Prevenção em Contraciclo: Os Dois Rostos da Qualidade da Saúde em Portugal
O relatório “Health in a Glance 2025” da OCDE revela um sistema de saúde português com contrastes. Enquanto a adesão ao rastreio do cancro da mama, com 55,5%, fica aquém da média da OCDE, a prescrição de antibióticos mantém-se elevada, sublinhando desafios antigos na prevenção de doenças e no uso prudente de medicamentos
Assimetrias Regionais em Saúde Desenham Dois Países Diferentes Dentro de Portugal
Um retrato detalhado do sistema de saúde português revela um país cindido por assimetrias regionais profundas. Enquanto o litoral concentra hospitais e especialistas, o interior enfrenta desertificação médica, acessos limitados e piores resultados de saúde, desde uma menor esperança de vida a uma maior mortalidade prematura. As políticas públicas existentes são apontadas como insuficientes para travar este fosso, que espelha desigualdades socioeconómicas
Disparidades de género na saúde: Homens morrem mais cedo, mulheres vivem mais anos doentes
Em Portugal, como no resto da OCDE, os homens vivem em média menos 5,8 anos do que as mulheres, mas o paradoxo de género revela-se nos detalhes: elas passam uma proporção significativamente maior da sua vida em pior estado de saúde. Esta dupla realidade, com os homens a morrerem mais cedo de causas externas e doenças cardiovasculares e as mulheres a carregarem um fardo pesado de doenças crónicas e incapacitantes, desafia os sistemas de saúde a desenvolverem respostas mais direcionadas
Literacia em saúde: fragilidade portuguesa condiciona autonomia dos doentes e eficácia dos tratamentos
A capacidade dos cidadãos portugueses para compreender e utilizar informação de saúde para tomar decisões informadas é limitada, condicionando a sua autonomia e a eficácia dos tratamentos. Esta fragilidade, comum no sul da Europa, tem implicações profundas na relação terapêutica e na gestão de doenças crónicas
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OPINIÃO
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