O Certificado Digital Covid-19 da União Europeia (UE) tem, a partir de terça-feira, uma validade oficial de nove meses para a vacinação, no contexto de viagens dentro do espaço comunitário, devendo também incluir informação sobre doses de reforço.
O Certificado Digital Covid-19 da União Europeia (UE) tem, a partir de terça-feira, uma validade oficial de nove meses para a vacinação, no contexto de viagens dentro do espaço comunitário, devendo também incluir informação sobre doses de reforço.
O Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) recomenda um isolamento de seis dias para pessoas vacinadas anticovid-19 e de 10 para não totalmente vacinados, isto em doenças ligeiras, falando em 20 dias para doentes graves.
Os Estados-membros da União Europeia (UE) já emitiram mais de mil milhões de Certificados Digitais Covid-19, que são reconhecidos em 60 países para facilitar as viagens em altura de pandemia, avançou à Lusa fonte oficial da Comissão Europeia.
A Direção-Geral da Saúde atualizou a norma relativa à campanha de vacinação contra a Covid-19, que integra as vacinas em idade pediátrica mas exclui, por enquanto, as crianças das doses de reforço.
A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) admitiu esta terça-feira a administração da quarta dose da vacina só a imunodeprimidos e pessoas vulneráveis, rejeitando a “vacinação repetida” com doses de reforço contra a Covid-19 num curto prazo.
Cerca de 154 mil pedidos de agendamento para a vacinação contra a Covid-19 de crianças entre os 5 e os 11 anos foram realizados até às 07:00 de hoje, segundo os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.
Portugal administrou este ano, até hoje, dois milhões de doses de reforço da vacina contra a Covid-19 e 2,2 milhões contra a gripe, anunciou a Direção-Geral da Saúde (DGS).
O Reino Unido vai disponibilizar doses de reforço da vacina contra a Covid-19 para todos os adultos antes do final do ano, para travar a vaga de infeções previstas devido à propagação da variante Ómicron.
Um estudo envolvendo quase três mil pessoas permitiu concluir que doses de reforço com seis tipos de vacina diferentes contra a Covid-19 permitem aumentar a resposta imunitária nas pessoas inoculadas, mas com grandes variações conforme as marcas.
O maior centro de vacinação do país, com capacidade para atender seis mil pessoas por dia, abriu hoje no Pavilhão 4 da feira internacional de Lisboa, registando longas filas de espera horas antes da abertura.
Sindicatos de enfermeiros de 28 países, incluindo Portugal, apresentaram esta segunda-feira uma queixa na ONU contra a União Europeia, Reino Unido e três outros países por “bloquearem” o levantamento da propriedade intelectual para a produção de vacinas contra a Covid-19.
O Governo brasileiro anunciou esta terça-feira doses de reforço das vacinas contra a Covid-19 para toda a população maior de 18 anos e a redução de seis para cinco meses no intervalo mínimo para a nova imunização.
O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, urgiu esta segunda-feira a população elegível a agendar rapidamente as doses de reforço das vacinas contra a Covid-19 para evitar o agravamento da pandemia e novas restrições como acontece no resto da Europa.
Um estudo da consultora 2Logical para a Inizio engage, realizado em Fevereiro de 2026 com 300 residentes em Portugal, revela que 94% dos utentes classificam a experiência actual nas farmácias como muito positiva. Apesar da satisfação, 37% acreditam que o papel destes estabelecimentos será ainda mais importante nos próximos cinco anos, enquanto 60% esperam que se mantenha igualmente relevante
A urgência regional de ginecologia e obstetrícia que vai funcionar no Hospital de Loures, abre portas às 09:00 de segunda-feira, sendo a primeira criada no âmbito do novo modelo para responder à falta de profissionais de saúde.
O Instituto Superior Miguel Torga (ISMT) está a garantir apoio psicológico gratuito à população da região de Coimbra afetada pelo mau tempo, através do programa “APOIOTORGA”, com o objetivo de auxiliar numa fase de regresso à rotina.
A taxa de mortalidade por enfarte agudo do miocárdio voltou a crescer entre a população com menos de 55 anos nos Estados Unidos, depois de anos de aparente estabilização ou descida. A conclusão é de um estudo publicado esta quinta-feira no Journal of the American Heart Association, que analisou perto de um milhão de primeiros internamentos hospitalares entre 2011 e 2022. As mulheres surgem como o grupo mais vulnerável, com taxas de mortalidade superiores às dos homens e menor recurso a procedimentos invasivos para diagnóstico e tratamento.
Raquel Abrantes, Diretora de Qualidade e Standards da GS1 Portugal, analisa a maturidade do setor da saúde na adoção da identificação única. Em entrevista exclusiva, aborda os desafios da interoperabilidade, o impacto da bula digital na experiência do utente e como a normalização de dados está a gerar ganhos de eficiência e a reforçar a segurança dos doentes em Portugal
A Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG) lançou uma campanha nacional de consciencialização no âmbito do Mês da Prevenção para o Cancro Colorretal, que se celebra em março. A iniciativa, que tem como lema “Há atrasos que custam a ultrapassar, outros não dão uma segunda oportunidade”, conta com o apoio da Fundação do Futebol – Liga Portugal, que irá promover a campanha durante os jogos da 26.ª jornada da Liga Betclic e Liga Meu Super.
Um estudo da consultora 2Logical para a Inizio engage, realizado em Fevereiro de 2026 com 300 residentes em Portugal, revela que 94% dos utentes classificam a experiência actual nas farmácias como muito positiva. Apesar da satisfação, 37% acreditam que o papel destes estabelecimentos será ainda mais importante nos próximos cinco anos, enquanto 60% esperam que se mantenha igualmente relevante
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A taxa de mortalidade por enfarte agudo do miocárdio voltou a crescer entre a população com menos de 55 anos nos Estados Unidos, depois de anos de aparente estabilização ou descida. A conclusão é de um estudo publicado esta quinta-feira no Journal of the American Heart Association, que analisou perto de um milhão de primeiros internamentos hospitalares entre 2011 e 2022. As mulheres surgem como o grupo mais vulnerável, com taxas de mortalidade superiores às dos homens e menor recurso a procedimentos invasivos para diagnóstico e tratamento.
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