Os médicos residentes do Hospital Central da Beira anunciaram uma paralisação do trabalho extraordinário por tempo indeterminado, a partir de segunda-feira, exigindo o pagamento de horas extras em atraso há mais de dois anos e meio
Os médicos residentes do Hospital Central da Beira anunciaram uma paralisação do trabalho extraordinário por tempo indeterminado, a partir de segunda-feira, exigindo o pagamento de horas extras em atraso há mais de dois anos e meio
Os médicos do maior hospital do norte de Moçambique suspendem o trabalho extraordinário a partir de 1 de novembro. A decisão surge após meses de incumprimento no pagamento de horas extras, situação que os profissionais classificam como exploração laboral
Médicos do maior hospital do centro de Moçambique vão paralisar o trabalho extraordinário a 29 de outubro. O aviso surge devido aos repetidos atrasos, que se acumulam há mais de dois anos, no pagamento das horas extras. A decisão foi formalizada num documento enviado à direção da unidade hospitalar.
A secretária de Estado da Saúde confirmou hoje que o Governo está a ultimar uma nova proposta de remuneração das horas extra dos médicos, assegurando o envolvimento dos sindicatos, apesar das críticas destas estruturas ao diploma.
Mais de 200 médicos subscreveram uma carta aberta ao ministro da Saúde a comunicar indisponibilidade para trabalhar mais do que as 150 horas anuais obrigatórias se, até 11 de setembro, não terminar o impasse negocial com a classe.
O decreto-lei que altera o regime remuneratório aplicável à prestação de trabalho suplementar realizado por médicos nos serviços de urgência foi hoje publicado em Diário da República, entrando em vigor no sábado.
O presidente da Secção Norte da Ordem dos Enfermeiros, João Paulo Carvalho, alertou esta sexta-feira que fazem falta mais 53 enfermeiros para assegurar o “normal funcionamento” do Serviço de Urgência Médico-Cirúrgica do hospital de Vila Nova de Famalicão.
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) exigiu esta segunda-feira que o pagamento de horas extraordinárias tem que ser transversal a todos os profissionais das Unidades de Saúde Pública e não apenas aos médicos como foi anunciado pelo Governo.
O presidente da Câmara de Vila Franca de Xira acusou hoje o Governo de querer encerrar a maternidade do hospital local ao avançar com o fecho das urgências de obstetrícia, considerando a decisão “absurda” e prejudicial para a população.
Utentes do Hospital de Vila Franca de Xira realizam no sábado uma concentração junto à unidade para contestar o encerramento das urgências de obstetrícia e ginecologia, medida que consideram prejudicar cerca de 250 mil pessoas na região.
A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) recebeu no ano passado 91.553 reclamações, na esmagadora maioria relacionadas com o setor público, mas também 22.234 elogios, segundo dados hoje divulgados, em vésperas do Dia Mundial do Consumidor.
A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, disse esta sexta-feira que as escalas estão asseguradas para a concentração da urgência regional de obstetrícia e ginecologia no Hospital de Loures, a partir de segunda-feira, lembrando que é uma medida transitória.
A ministra da Saúde realçou esta sexta-feira que os 5.500 utentes do centro de Saúde de Boticas têm médico de família e garantiu que não desistirá da ampliação do horário de funcionamento da urgência pediátrica de Chaves.
A esperança de vida à nascença aumentou em 2024 pelo terceiro ano consecutivo, para 81,5 anos, na União Europeia (UE), após os recuos registados na pandemia de covid-19, divulga hoje o Eurostat.
O presidente da Câmara de Vila Franca de Xira acusou hoje o Governo de querer encerrar a maternidade do hospital local ao avançar com o fecho das urgências de obstetrícia, considerando a decisão “absurda” e prejudicial para a população.
Utentes do Hospital de Vila Franca de Xira realizam no sábado uma concentração junto à unidade para contestar o encerramento das urgências de obstetrícia e ginecologia, medida que consideram prejudicar cerca de 250 mil pessoas na região.
A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) recebeu no ano passado 91.553 reclamações, na esmagadora maioria relacionadas com o setor público, mas também 22.234 elogios, segundo dados hoje divulgados, em vésperas do Dia Mundial do Consumidor.
A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, disse esta sexta-feira que as escalas estão asseguradas para a concentração da urgência regional de obstetrícia e ginecologia no Hospital de Loures, a partir de segunda-feira, lembrando que é uma medida transitória.
A ministra da Saúde realçou esta sexta-feira que os 5.500 utentes do centro de Saúde de Boticas têm médico de família e garantiu que não desistirá da ampliação do horário de funcionamento da urgência pediátrica de Chaves.