Hungria

Prolongadas restrições na Hungria até 15 de março

 A Hungria vai prolongar por mais duas semanas, até 15 de março, as restrições relativas à Covid-19, incluindo a obrigação de recolhimento noturno e o encerramento de restaurantes, museus e cinemas, anunciou esta quinta-feira o Governo do país.

Vacina russa começa hoje a ser administrada na Hungria

A Hungria torna-se esta sexta-feira o primeiro país da União Europeia a aplicar na sua população a vacina russa contra o novo coronavírus, a Sputnik V, anunciou a diretora geral da Saúde do país.

Hungria anuncia compra da vacina chinesa

O primeiro-ministro húngaro anunciou esta sexta-feira a conclusão iminente de um contrato com o laboratório chinês Sinopharm para vacinas contra a Covid-19, afirmando que opta pelo composto da China porque lhe transmite “mais confiança”. 

ÚLTIMAS

A dignidade invisível de quem cuida

Abel García Abejas, Médico
MGF Cuidados Paliativos; Doutorando em Medicina, Docente de Bioética na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior

Cem anos de medicina no feminino celebrados em Coimbra

A Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos promove no dia 12 de março, pelas 18h30, uma tertúlia e inauguração de exposição que assinalam o centenário da presença feminina na medicina em Portugal, num evento híbrido com transmissão online a partir da Sala Miguel Torga, em Coimbra

“Epidemia silenciosa”: distúrbios do sono afetam 800 mil crianças em Portugal

No Dia Mundial do Sono, assinalado esta sexta-feira, dados revelam que cerca de 30% das crianças portuguesas enfrentam dificuldades para dormir, estimando-se que 40% apresentem distúrbios associados a hábitos precocemente consolidados. A coordenadora da Pós-graduação em Sono da Criança, Adolescente e Família, Joana Marques, classifica a situação como um problema de saúde pública negligenciado, com impacto direto na aprendizagem, memória e atenção dos mais novos. “O sono infantil não é um detalhe de rotina, é um pilar essencial para o desenvolvimento neurocognitivo e emocional”, sublinha, acrescentando que dormir mal pode potenciar obesidade, diabetes e alterações de comportamento. A privação de sono afeta também a saúde mental dos pais, limitando a capacidade de resposta ao stresse

COVID longa mais incapacitante nas mulheres. Estudo português aponta diferenças biológicas

As mulheres com covid longa sofrem sintomas mais incapacitantes do que os homens devido a alterações distintas no sistema imunitário feminino, revela um estudo liderado pela NOVA Medical School. A investigação, coordenada por Helena Soares, comparou 34 pessoas com sintomas persistentes entre nove meses e cinco anos após infeção por SARS-CoV-2 com 26 indivíduos igualmente infetados mas assintomáticos. As mulheres apresentam maior carga de sintomas, sobretudo fadiga, dificuldades de concentração e problemas de memória, que se agravam com a idade e duração da doença

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OPINIÃO

Alenquer declara guerra ao encerramento das urgências de obstetrícia

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A Câmara Municipal de Alenquer aprovou hoje um voto de repúdio contra o encerramento da urgência obstétrica do Hospital de Vila Franca de Xira, marcado para a próxima segunda-feira, exigindo a reversão imediata da decisão que afeta uma população superior a 250 mil habitantes

Época das chuvas já matou 270 pessoas em Moçambique desde outubro

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A época das chuvas em Moçambique já matou 270 pessoas desde outubro, com quase 870 mil afetadas. Os dados foram atualizados hoje pelo Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD), que regista ainda mais de 10 mil casas destruídas e perto de 400 mil hectares de culturas perdidos

Tabaco aquecido divide ciência enquanto Suécia adopta redução de riscos

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A adopção de políticas de substituição do tabaco de combustão por alternativas como o tabaco aquecido ganha terreno na Europa, mas a evidência científica sobre os benefícios para a saúde pública está longe de ser consensual. Em Dezembro de 2024, o parlamento sueco formalizou uma estratégia de redução de danos, tornando-se o primeiro país a inscrever na lei o princípio de que os produtos sem combustão, incluindo o tabaco aquecido, representam um risco inferior ao dos cigarros convencionais. A decisão baseia-se em dados de saúde pública que apontam para uma incidência de cancro 41% inferior à média europeia e para uma mortalidade atribuível ao tabaco 44% mais baixa. Mas enquanto a Suécia, o Japão ou a Nova Zelândia avançam com modelos permissivos, organizações independentes de saúde questionam a solidez dos estudos que sustentam essas políticas .

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