Entre outubro de 2024 e setembro de 2025, a Europa contabilizou 1.876 focos de gripe das aves. Portugal registou 27 ocorrências, cinco das quais apenas no último mês, num cenário que mantém as autoridades em alerta.
Entre outubro de 2024 e setembro de 2025, a Europa contabilizou 1.876 focos de gripe das aves. Portugal registou 27 ocorrências, cinco das quais apenas no último mês, num cenário que mantém as autoridades em alerta.
Cinco pessoas morreram na sequência do acidente ferroviário esta terça-feira de manhã numa passagem de nível a 140 quilómetros de Budapeste, Hungria, disseram as autoridades policiais.
A Hungria é o país da União Europeia (UE) com o maior número de população vacinada mas um dos piores do mundo em número de mortes por Covid-19 ‘per capita’, de acordo com um organismo da UE.
O primeiro-ministro da Hungria, o ultranacionalista Viktor Orbán, instou este domingo a Comissão Europeia a publicar os contratos de compra de vacinas contra a Covid-19 e criticou o facto de ser necessário o consentimento dos fornecedores para que tal aconteça.
Os líderes de Israel, República Checa e Hungria realizam uma cimeira em Jerusalém na quinta-feira para fortalecer “a cooperação na luta contra o novo coronavírus”, disse esta terça-feira fonte do governo húngaro.
A utilização de vacinas chinesas e russas, e não apenas as aprovadas pela União Europeia, fará com que a Hungria seja em abril o país comunitário líder da imunização, prometeu hoje o primeiro-ministro, Viktor Orban.
A Hungria vai prolongar por mais duas semanas, até 15 de março, as restrições relativas à Covid-19, incluindo a obrigação de recolhimento noturno e o encerramento de restaurantes, museus e cinemas, anunciou esta quinta-feira o Governo do país.
A Hungria começou esta quarta-feira a imunizar os seus cidadãos com a vacina chinesa contra a Covid-19 do laboratório Sinopharm, tornando-se o primeiro país da União Europeia (UE) a administrar este medicamento, tal como aconteceu com a vacina russa.
A Hungria recebeu mais 100 mil doses da vacina russa Sputnik V contra a Covid-19 e vai usar também a chinesa Sinopharm – produtos não autorizados pela União Europeia -, alegando querer duplicar, numa semana, o número de imunizados.
A Hungria vai conseguir vacinar mais 3,5 milhões de pessoas contra o novo coronavírus até ao fim de maio do que qualquer outro país europeu com as mesmas características populacionais devido à vacina chinesa, disse esta sexta-feira o Governo húngaro.
A Hungria torna-se esta sexta-feira o primeiro país da União Europeia a aplicar na sua população a vacina russa contra o novo coronavírus, a Sputnik V, anunciou a diretora geral da Saúde do país.
A Hungria será o primeiro membro da União Europeia (UE) a usar esta semana a vacina russa Sputnik V contra a Covid-19, que já recebeu as autorizações nacionais necessárias, anunciaram esta segunda-feira as autoridades de saúde húngaras.
O primeiro-ministro húngaro anunciou esta sexta-feira a conclusão iminente de um contrato com o laboratório chinês Sinopharm para vacinas contra a Covid-19, afirmando que opta pelo composto da China porque lhe transmite “mais confiança”.
O Governo húngaro anunciou esta sexta-feira que chegou a acordo para comprar “grandes quantidades” da vacina russa contra a Covid-19 Sputnik V, embora esta ainda não tenha sido autorizada pelas autoridades de saúde europeias.
No ECR 2026, a GE HealthCare apresenta o conceito de “inovação intencional”: tecnologia que simplifica fluxos, reduz a carga cognitiva e promove a medicina de precisão. Em entrevista exclusiva, Iago Martínez Souto e Hugo Robalo antecipam as novidades em TAC e Ressonância Magnética, incluindo o novo sistema Photonova Spectra e a tecnologia Freelium™
Abel García Abejas, Médico
MGF Cuidados Paliativos; Doutorando em Medicina, Docente de Bioética na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior
A Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos promove no dia 12 de março, pelas 18h30, uma tertúlia e inauguração de exposição que assinalam o centenário da presença feminina na medicina em Portugal, num evento híbrido com transmissão online a partir da Sala Miguel Torga, em Coimbra
No Dia Mundial do Sono, assinalado esta sexta-feira, dados revelam que cerca de 30% das crianças portuguesas enfrentam dificuldades para dormir, estimando-se que 40% apresentem distúrbios associados a hábitos precocemente consolidados. A coordenadora da Pós-graduação em Sono da Criança, Adolescente e Família, Joana Marques, classifica a situação como um problema de saúde pública negligenciado, com impacto direto na aprendizagem, memória e atenção dos mais novos. “O sono infantil não é um detalhe de rotina, é um pilar essencial para o desenvolvimento neurocognitivo e emocional”, sublinha, acrescentando que dormir mal pode potenciar obesidade, diabetes e alterações de comportamento. A privação de sono afeta também a saúde mental dos pais, limitando a capacidade de resposta ao stresse
As mulheres com covid longa sofrem sintomas mais incapacitantes do que os homens devido a alterações distintas no sistema imunitário feminino, revela um estudo liderado pela NOVA Medical School. A investigação, coordenada por Helena Soares, comparou 34 pessoas com sintomas persistentes entre nove meses e cinco anos após infeção por SARS-CoV-2 com 26 indivíduos igualmente infetados mas assintomáticos. As mulheres apresentam maior carga de sintomas, sobretudo fadiga, dificuldades de concentração e problemas de memória, que se agravam com a idade e duração da doença
Sindicato critica existência de via única para 1,2 milhões de utentes e funcionários, apontando prejuízos na assistência e custos crescentes de estacionamento. Entidades são acusadas de inércia
O governante afirmou que a humanização dos serviços e a garantia da segurança dos doentes são prioridades que “não o deixam dormir”, reagindo a críticas públicas sobre a atuação de profissionais de saúde
A Câmara Municipal de Alenquer aprovou hoje um voto de repúdio contra o encerramento da urgência obstétrica do Hospital de Vila Franca de Xira, marcado para a próxima segunda-feira, exigindo a reversão imediata da decisão que afeta uma população superior a 250 mil habitantes
A época das chuvas em Moçambique já matou 270 pessoas desde outubro, com quase 870 mil afetadas. Os dados foram atualizados hoje pelo Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD), que regista ainda mais de 10 mil casas destruídas e perto de 400 mil hectares de culturas perdidos
Miguel Múrias Mauritti: Editor
A adopção de políticas de substituição do tabaco de combustão por alternativas como o tabaco aquecido ganha terreno na Europa, mas a evidência científica sobre os benefícios para a saúde pública está longe de ser consensual. Em Dezembro de 2024, o parlamento sueco formalizou uma estratégia de redução de danos, tornando-se o primeiro país a inscrever na lei o princípio de que os produtos sem combustão, incluindo o tabaco aquecido, representam um risco inferior ao dos cigarros convencionais. A decisão baseia-se em dados de saúde pública que apontam para uma incidência de cancro 41% inferior à média europeia e para uma mortalidade atribuível ao tabaco 44% mais baixa. Mas enquanto a Suécia, o Japão ou a Nova Zelândia avançam com modelos permissivos, organizações independentes de saúde questionam a solidez dos estudos que sustentam essas políticas .