Todas as regiões com Rt a aumentar e quatro acima do limiar de 1

Todas as regiões com Rt a aumentar e quatro acima do limiar de 1

Segundo o relatório semanal sobre a curva epidémica do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), o valor médio do Rt entre 02 e 06 de março é de 0,99 a nível nacional e de 0,98 em Portugal continental.

De acordo com o documento, o Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus – subiu de 0,64 para 0,80 no Norte, de 0,81 para 1,00 no Centro, de 0,82 para 1,05 em Lisboa e Vale do Tejo, de 0,82 para 1,04 no Alentejo, de 0,80 para 1,02 no Algarve, de 0,86 para 0,89 nos Açores e de 0,97 para 1,10 na Madeira.

“As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve e Autónoma da Madeira apresentam a média do índice de transmissibilidade (cinco dias) igual ou superior a 1, o que indica uma inversão da tendência para crescente” do número de infeções, avança ainda o INSA.

De acordo com os dados hoje divulgados, à exceção da região Norte, todas as regiões apresentam a taxa de incidência superior a 960 casos de infeção por 100 mil habitantes em 14 dias.

O número médio de infeções diárias nos últimos cinco dias subiu de 8.528 para 11.493 a nível nacional.

A Covid-19 provocou pelo menos 6.011.769 mortos em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A variante Ómicron, que se dissemina e sofre mutações rapidamente, tornou-se dominante no mundo desde que foi detetada pela primeira vez, em novembro, na África do Sul.

LUSA/HN

Rt sobe para 1,09 e pode registar-se sexta vaga de infeções

Rt sobe para 1,09 e pode registar-se sexta vaga de infeções

“Estamos a ver o desenho de uma sexta vaga de forma muito clara. O risco pandémico ainda não é muito elevado, mas é necessário perceber como vai continuar a evolução dos números”, avança a análise elaborada pelo grupo de acompanhamento da pandemia do IST que a Lusa teve hoje acesso.

Segundo o documento, o agravamento da situação pandémica deve-se à linhagem BA.2 da variante Ómicron do coronavírus SARS-CoV-2, que já é a dominante em Portugal e que apresenta “alguma taxa de reinfeção”, ao levantamento das restrições e à diminuição da proteção vacinal, “que se começa a fazer sentir”.

O Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus – “está acima de 1, com tendência de subida”, refere o relatório elaborado por Henrique Oliveira, Pedro Amaral, José Rui Figueira e Ana Serro, que compõem este grupo de trabalho coordenado pelo presidente do IST, Rogério Colaço.

De acordo com os dados do IST, este indicador é superior ao limiar de 1 desde 08 de março e apresenta uma “subida acentuada” em todas as regiões do país, com exceção dos Açores, onde está estável.

Face a estes dados, os especialistas do IST apontam para uma tendência de aumento dos internamentos em enfermaria e em unidades de cuidados intensivos nos próximos 15 dias, enquanto os óbitos, que atingiram o pico da recente vaga em 06 de fevereiro, poderão ainda registar uma “ligeira subida”, indicador que reage sempre com atraso em relação aos restantes.

“Neste ponto, não temos razões para crer num aumento muito forte da gravidade, mas esta subida vai certamente ocorrer – ainda de forma moderada – com o atraso entre sete e 14 dias decorrente da dinâmica das diferentes variáveis”, salienta o documento.

Segundo o IST, a letalidade global está agora nos 0.189% em média a sete dias, um valor ainda baixo, mas “cuja subida revela uma redução da cobertura imunitária”, enquanto a letalidade do grupo dos idosos com mais de 80 anos “está de novo a subir, estando agora em 3.1%.

Já com os dados de quarta-feira, o indicador de avaliação da pandemia (IAP) elaborado pelo IST e pela Ordem dos Médicos (OM) – que combina a incidência, a transmissibilidade, a letalidade e a hospitalização em enfermaria e em cuidados intensivos – subiu novamente e está agora nos 83.2 pontos, acima do nível de alarme.

O IAP, que inclui a análise da pressão da pandemia sobre os serviços de saúde, apresenta dois limiares: o nível de alarme, quando atinge os 80 pontos, e o nível crítico, quando chega aos 100 pontos.

Na recente vaga pandémica que atingiu Portugal no início do ano o indicador do IST e da OM atingiu o máximo de 105.8 pontos em 24 de janeiro.

“Deve ser mantida a monitorização, todas as medidas em vigor devem ser mantidas sem relaxamento e deve ser indicado à população que é necessário tomar cuidados individuais, nomeadamente quando o indicador IAP, que mede a gravidade, está em nível de alerta com forte tendência de subida e a proteção imunitária está, segundo a evidência recolhida, a descer”, recomenda o relatório.

A Covid-19 provocou pelo menos 6.011.769 mortos em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 21.285 pessoas e foram contabilizados 3.380.263 casos de infeção, segundo dados de hoje da Direção-Geral da Saúde.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A variante Ómicron, que se dissemina e sofre mutações rapidamente, tornou-se dominante no mundo desde que foi detetada pela primeira vez, em novembro, na África do Sul.

LUSA/HN

Índice de transmissibilidade volta a subir e incidência de infeções desce

Índice de transmissibilidade volta a subir e incidência de infeções desce

Segundo o boletim sobre a evolução da pandemia de Covid-19 em Portugal, a taxa de incidência a nível nacional passou de 1.512,7 casos de infeção por 100 mil habitantes a 14 dias na sexta-feira para os 1.398,1 contabilizados hoje.

Considerando apenas Portugal continental, este indicador registou também uma descida de 1.432,4 casos por 100 mil habitantes para 1.316,3.

O Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus – estava em 0,78 na sexta-feira e aumentou a nível nacional para 0,84, tendo também subido em Portugal continental, de 0,76 para 0,83.

Os dados do Rt e da incidência de novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias – indicadores que compõem a matriz de risco de acompanhamento da pandemia – são atualizados pelas autoridades de saúde à segunda-feira, à quarta-feira e à sexta-feira.

A doença Covid-19 é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A variante Ómicron, que se dissemina e sofre mutações rapidamente, tornou-se dominante no mundo desde que foi detetada pela primeira vez, em novembro, na África do Sul.

LUSA/HN

Índice de transmissibilidade volta a subir e incidência continua a descer

Índice de transmissibilidade volta a subir e incidência continua a descer

Segundo o boletim diário sobre a evolução da pandemia de Covid-19 em Portugal, a taxa de incidência a nível nacional passou de 1.638,1 casos de infeção por 100 mil habitantes a 14 dias na quarta-feira para os 1.512,7 contabilizados hoje.

Considerando apenas Portugal continental, este indicador registou também uma descida de 1.557,3 casos por 100 mil habitantes para 1.432,4.

O Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus – estava em 0,76 na quarta-feira e aumentou ligeiramente a nível nacional para 0,78, tendo também subido em Portugal continental de 0,75 para 0,76.

Os dados do Rt e da incidência de novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias – indicadores que compõem a matriz de risco de acompanhamento da pandemia – são atualizados pelas autoridades de saúde à segunda-feira, à quarta-feira e à sexta-feira.

A Covid-19 provocou pelo menos 5.962.297 mortos em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 21.162 pessoas e foram contabilizados 3.308.438 casos de infeção, segundo a última atualização da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A variante Ómicron, que se dissemina e sofre mutações rapidamente, tornou-se dominante no mundo desde que foi detetada pela primeira vez, em novembro, na África do Sul.

LUSA/HN

Incidência continua a descer mas índice de transmissibilidade aumenta

Incidência continua a descer mas índice de transmissibilidade aumenta

Segundo o boletim diário sobre a evolução da pandemia de Covid-19 em Portugal, a taxa de incidência a nível nacional passou de 1.806,8 casos de infeção por 100 mil habitantes a 14 dias na segunda-feira para os 1.638,1 contabilizados hoje.

Considerando apenas Portugal continental, este indicador registou também uma descida de 1.728 casos por 100 mil habitantes para 1.557,3.

O Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus – estava em 0,75 na segunda-feira e aumentou ligeiramente a nível nacional, para 0,76, tendo também subido em Portugal continental de 0,73 para 0,75.

Os dados do Rt e da incidência de novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias – indicadores que compõem a matriz de risco de acompanhamento da pandemia – são atualizados pelas autoridades de saúde à segunda-feira, à quarta-feira e à sexta-feira.

Desde março de 2020 ficaram infetadas em Portugal pelo menos 3.282.457 pessoas com o SARS-CoV-2 e foram declaradas 21.111 mortes associadas à Covid-19.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A variante Ómicron, que se dissemina e sofre mutações rapidamente, tornou-se dominante no mundo desde que foi detetada pela primeira vez, em novembro, na África do Sul.

LUSA/HN