Um estudo do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) determinou como as bactérias evoluem no intestino em poucos dias, uma descoberta que os investigadores acreditam que pode contribuir para tratamento de doenças relacionadas com o envelhecimento.
Um estudo do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) determinou como as bactérias evoluem no intestino em poucos dias, uma descoberta que os investigadores acreditam que pode contribuir para tratamento de doenças relacionadas com o envelhecimento.
Um estudo do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) identificou um grupo de células que está na origem do desenvolvimento de um tipo de leucemia rara e agressiva, detetável muito antes de a doença se manifestar.
Quase todos os profissionais de saúde do Centro Hospitalar Lisboa Ocidental seguidos num estudo do Instituto Gulbenkian de Ciência desenvolveram anticorpos “de forma expressiva” três semanas após a segunda dose da vacina da Pfizer/BioNTech contra a Covid-19.
O Instituto Gulbenkian da Ciência está a acompanhar 1.200 profissionais de saúde para estudar o efeito da vacina contra o SARS-Cov-2. Os primeiros resultados deste estudo revelam que 90% desenvolveram resposta imune ao vírus
As células identificadas integram informação sobre o que outras células, mais maduras, precisam e definem o seu próprio desenvolvimento: ajustam a velocidade de produção de linfócitos T e expurgam o sistema de outras células menos eficazes e que tendem a causar leucemia.
Cientistas do Instituto Gulbenkian de Ciência descobriram que uma hormona que a indústria farmacêutica está a estudar para tratar a obesidade diminui a resistência do organismo às infeções provocadas por bactérias.
Um grupo de investigadores portugueses modificou uma anfetamina direcionada para o tratamento da obesidade para que esta não entre no cérebro, evitando assim os efeitos secundários, anunciou hoje o Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC).
António Alvim
Presidente da Associação Portuguesa de Médicos de Família Independentes-APMF
O diretor-executivo do SNS, Álvaro Almeida, afirmou que o serviço é excessivamente focado nos hospitais. A declaração marcou um debate sobre modelos de gestão e competências de enfermagem, com visões distintas sobre centralização
O Governo vai avançar com uma nova Lei Orgânica para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) até ao final de janeiro de 2026, anunciou este domingo o Ministério da Saúde.
A prestação de cuidados continuados em Portugal caracteriza-se pela fragmentação entre serviços de saúde e sociais, criando lacunas na assistência a idosos e pessoas com dependência. A falta de coordenação entre os diferentes níveis de cuidados resulta em transições inadequadas e sobrecarga para as famílias
Portugal enfrenta uma lacuna crítica nos cuidados paliativos. Com uma população envelhecida e uma vaga de doenças crónicas, milhares terminam a vida em sofrimento, sem acesso a apoio especializado. A cobertura é um retalho, o interior é um deserto de cuidados e as famílias carregam sozinhas o peso de um fim de vida sem dignidade
Portugal brilha no panorama europeu com uma das mais baixas taxas de necessidades de cuidados de saúde não satisfeitas (2,5%). Este feito, porém, esconde assimetrias regionais e pressões internas que desafiam a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde e a equidade no acesso a que todos têm direito
António Alvim
Presidente da Associação Portuguesa de Médicos de Família Independentes-APMF
O diretor-executivo do SNS, Álvaro Almeida, afirmou que o serviço é excessivamente focado nos hospitais. A declaração marcou um debate sobre modelos de gestão e competências de enfermagem, com visões distintas sobre centralização
O Governo vai avançar com uma nova Lei Orgânica para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) até ao final de janeiro de 2026, anunciou este domingo o Ministério da Saúde.
A prestação de cuidados continuados em Portugal caracteriza-se pela fragmentação entre serviços de saúde e sociais, criando lacunas na assistência a idosos e pessoas com dependência. A falta de coordenação entre os diferentes níveis de cuidados resulta em transições inadequadas e sobrecarga para as famílias
Portugal enfrenta uma lacuna crítica nos cuidados paliativos. Com uma população envelhecida e uma vaga de doenças crónicas, milhares terminam a vida em sofrimento, sem acesso a apoio especializado. A cobertura é um retalho, o interior é um deserto de cuidados e as famílias carregam sozinhas o peso de um fim de vida sem dignidade