O ministro da Saúde garantiu hoje que “não há motivos de preocupação clínica” sobre o registo recente de dois casos de lepra em Portugal e que a situação está a ser acompanhada “com absoluta normalidade”.
O ministro da Saúde garantiu hoje que “não há motivos de preocupação clínica” sobre o registo recente de dois casos de lepra em Portugal e que a situação está a ser acompanhada “com absoluta normalidade”.
A Direção-Geral de Saúde (DGS) divulgou hoje que, entre março e abril, foram reportados dois casos importados da doença de Hansen, mais conhecida por lepra, com origem no Brasil.
Mais de 1.650 milhões de pessoas precisaram de tratamento e cuidados no mundo devido a doenças tropicais negligenciadas (DTN) em 2021, refere um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) que também aponta progressos em países de língua portuguesa.
A Relatora Especial da ONU para a Eliminação da Discriminação contra as Pessoas Afetadas pela Lepra e seus Familiares, Alice Cruz, inicia quinta-feira uma visita oficial de duas semanas a Angola.
O número de casos de lepra registados oficialmente em Moçambique aumentou no último ano, totalizando 3.135, mais 52 casos do que em 2020, anunciaram esta quarta-feira as autoridades de saúde.
Muitos doentes com lepra reviveram com a Covid-19 o que passaram quando foram diagnosticados, do isolamento à discriminação, passando pela ansiedade por uma vacina ou cura, segundo a Relatora Especial da ONU.
A Relatora Especial da ONU para a Lepra, a portuguesa Alice Cruz, defende uma estratégia da CPLP para eliminar a discriminação e a própria doença, sublinhando que alguns dos Estados-membros têm uma elevada incidência desta patologia.
A primeira relatora especial das Nações Unidas contra a discriminação das pessoas com lepra é uma portuguesa que combate as resistências dos países europeus em reconhecer a doença como um problema de direitos humanos, porque já a eliminaram.
Um estudo divulgado na revista Nature revela que pela primeira vez foi detetada lepra em chimpanzés selvagens da Guiné-Bissau e da Costa do Marfim.
No Congresso da ANMP, Carlos Moedas afirmou que os autarcas “não são empregados do Governo” e criticou a “meia-descentralização”. Defendeu ainda o fim dos atuais executivos municipais, que descreveu como “totalmente kafkianos”
O tempo de espera para os primeiros cuidados médicos na unidade de Sintra atingiu valores críticos esta manhã, com os doentes não urgentes a enfrentarem uma demédia de uma dezena de horas.
teste
Em 2025, o Serviço Nacional de Saúde consumiu cerca de 18 mil milhões de euros, valor equivalente à receita do IRS. Apesar do investimento, persistem falhas no acesso a cuidados de saúde
Primeiro atlas nacional sobre o fenómeno, coordenado por universidades e pelo CSIC, revela que mais de 206 mil quilómetros quadrados já apresentam degradação, com pressão extrema sobre a água em grande parte do país
Num discurso televisivo, o monarca britânico anunciou uma evolução positiva na sua luta contra a doença, que poderá permitir uma diminuição da frequência das terapias. Aproveitou para fazer um apelo nacional à adesão aos exames de deteção precoce
No Congresso da ANMP, Carlos Moedas afirmou que os autarcas “não são empregados do Governo” e criticou a “meia-descentralização”. Defendeu ainda o fim dos atuais executivos municipais, que descreveu como “totalmente kafkianos”
O tempo de espera para os primeiros cuidados médicos na unidade de Sintra atingiu valores críticos esta manhã, com os doentes não urgentes a enfrentarem uma demédia de uma dezena de horas.
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Em 2025, o Serviço Nacional de Saúde consumiu cerca de 18 mil milhões de euros, valor equivalente à receita do IRS. Apesar do investimento, persistem falhas no acesso a cuidados de saúde
Primeiro atlas nacional sobre o fenómeno, coordenado por universidades e pelo CSIC, revela que mais de 206 mil quilómetros quadrados já apresentam degradação, com pressão extrema sobre a água em grande parte do país